Quanta hipocrisia!
O governo de São Paulo resolve percorrer bares que vendem bebida alcoólica a menores, em todo o estado, multando quem desrespeita a lei. O Congresso Nacional vota uma lei de “tolerância zero” para os bêbados que insistem em dirigir autos. A Rede Globo, através de Drauzio Varella faz campanha feroz contra o uso do cigarro. Quanta hipocrisia! Ao mesmo em tempo que fazem isso, continuam pipocando na mídia propaganda de bebidas. Cervejas patrocinam torneios de futebol, Zeca Pagodinho alardeia a qualidade de determinada marca, nas novelas os ricos bebem champanhes e whiskies enquanto os pobres se divertem com a cerveja e a cachaça.
Vivemos a era da internet social, da globalização da economia, tempos de mudanças radicais, de quebra de padrões e paradigmas. A economia, os negócios, as relações pessoais e de trabalho, enfrentam uma nova realidade.
Enquanto isto, a ameaça de mudança do clima nunca foi tão real. Ela vai transformar a vida dos indivíduos, dos governos e das empresas. A palavra urgência ganha um novo significado. Prosseguem as negociações para a definição de novas metas de redução das emissões. Há uma enorme onda de reinvenções - nos negócios, na política, na vida cotidiana – a fim de guiar o planeta para uma vida mais saudável. Na contramão disto tudo, na área das bebidas alcoólicas, o setor vai se globalizando para o mal. Com seguidas operações de fusões e aquisições, as empresas se transformam em enormes conglomerados multinacionais com dezenas de marcas e um catálogo de tecnologias que lhes permite combinações quase infinitas de marcas e produtos. Cada vez mais poderosas econômica e financeiramente, as fábricas de bebidas formam um lobby irresistível, um grupo de pressão quase indestrutível. Por maior que seja, por exemplo, a bancada evangélica no Congresso Nacional, nenhum parlamentar se dispõe a enfrentar o problema. Da mesma forma agem todos os congressistas.
E o uso abusivo do álcool não se toca, cresce. Não estou falando do etanol, este muito saudável para nossa economia e que ainda ajuda a diminuir a poluição do ar. Falo da droga álcool. Droga que leva a outras drogas, tão destrutivas quanto ela. Falo do incentivo ao uso de bebidas alcoólicas, pela mídia, que leva a acidentes irrecuperáveis, famílias destruídas. E pergunto: até quando vamos fingir que nada está acontecendo? Até quando vamos continuar com essa hipocrisia? Até quando a bebida alcoólica vai ligar sua imagem a esportes saudáveis?
Eu não estou disposto a continuar fingindo. Lanço agora uma campanha para que a propaganda de bebidas alcoólicas pela mídia e o patrocínio delas em qualquer atividade, esportiva ou não, seja proibida, como fizeram acertadamente com o cigarro.
Por favor, envie esta mensagem a todos os seus internautas e, juntos vamos lutar pelo bem do futuro de nossos filhos e netos.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves/MG
Este blog se presta como ferramenta para atividade de disciplina. Postarei textos de Comentarios políticos referentes a esta fase de eleições, considerando partidos que simpatizo
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Comentários Políticos: CARTA ABERTA AO MINISTRO ORLANDO SILVA
Prezado Camarada Orlando,
Você foi mais uma vítima do julgamento sumário imposto pela oposição irracional ao governo Dilma, acobertado e estimulado pela mídia nacional.
Nosso universo midiático se associa ao grupelho de bajuladores do neoliberalismo, pela odiosidade, no reacionarismo, na falta de generosidade, no mercenarismo. Destila seu ódio mesmo sabendo que nunca conseguirá dobrar a espinha dorsal da presidenta, nem a sua e muito menos a do PCdoB, que, na véspera de seus 90 anos de vida ilibada é surpreendido por essa ignomínia. Movida por tamanha carga de ódio - uma decorrência, tenho certeza, da frustração que sente ao constatar a superioridade moral do nosso partido e dos governos populares de Lula e Dilma - participa com entusiasmo sádico da campanha que visa, primordialmente, desestabilizar o país e suas instituições democráticas, conquistadas duramente após a ditadura militar, a qual essa mesma mídia burguesa ajudou a colocar no poder. É preciso registrar, no entanto, que em meio a essas manifestações de ódio e rancor, nós do PCdoB somos alvo de comovedoras demonstrações de afeto, solidariedade e apoio, de brasileiros verdadeiros, nacionalistas, patriotas. A imprensa capitalista demanda capital à custa do sofrimento do povo. Encarrega-se de forjar, preservar e divulgar imagem positiva do neoliberalismo e negativa dos governos e partidos voltados para o social. Há na mídia nacional uma febre de aversão aos socialistas como nós, que lógica alguma é capaz de conter. Redatores servis e farsantes, cordatos e obsequiosos, são movidos pelas polpudas verbas publicitárias dos governos neoliberais que ainda grassam em alguns estados. São profissionais que entraram pelas portas laterais do jornalismo. Não reconhecem o que representa para o povo brasileiro humilde uma esperança de vida melhor, de acesso a bens materiais. Essa é a mídia que adora criar “eventos” do nada, que controla todos os institutos de pesquisa. Claro que há exceções, pois são elas que justificam as regras. Revistas como a Carta Capital e Caros Amigos são exemplos de jornalismo crítico, porém imparcial, apartidário e pluralista.
Nós do PCdoB sabemos que a miséria é desnecessária, que a conquista do bem-estar coletivo é essencial e que um país não pode sobreviver com injustiça social criminosa. Acreditamos também numa imprensa livre, mas responsável, independente em face a grupos de poder e que mantenha com seus leitores/ouvintes/telespectadores relação de transparência e honestidade.
Repelimos e condenamos publicamente qualquer tipo de ingerência do poder do Estado e/ou do capital sobre a atividade intelectual. No entanto não podemos aceitar que órgãos da imprensa promovam campanhas para desacreditar pessoas e entidades públicas, a serviço de partidos políticos, grupos econômicos ou de tendência ideológica diferente. A verdade não pode ser torcida ou politizada. As convicções não podem estar sujeitas a conveniências. Fatos não devem ser omitidos. Uma realidade, porém, está vindo à tona. Quem se cansou da mídia mentirosa e golpista foi a classe operária brasileira e os verdadeiros intelectuais do país. Estamos fartos do discurso que protege uma cultura patrimonialista, em que a tradição é o privado se apropriar do público. Receba, pois camarada Orlando, nosso apoio e solidariedade e a certeza que, mais dia menos dia, a verdade prevalecerá.
VIVA O PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Comitê Municipal do PCdoB de Ribeirão das Neves-MG
Jeferson Malaguti Soares
Secretário de Comunicação
Você foi mais uma vítima do julgamento sumário imposto pela oposição irracional ao governo Dilma, acobertado e estimulado pela mídia nacional.
Nosso universo midiático se associa ao grupelho de bajuladores do neoliberalismo, pela odiosidade, no reacionarismo, na falta de generosidade, no mercenarismo. Destila seu ódio mesmo sabendo que nunca conseguirá dobrar a espinha dorsal da presidenta, nem a sua e muito menos a do PCdoB, que, na véspera de seus 90 anos de vida ilibada é surpreendido por essa ignomínia. Movida por tamanha carga de ódio - uma decorrência, tenho certeza, da frustração que sente ao constatar a superioridade moral do nosso partido e dos governos populares de Lula e Dilma - participa com entusiasmo sádico da campanha que visa, primordialmente, desestabilizar o país e suas instituições democráticas, conquistadas duramente após a ditadura militar, a qual essa mesma mídia burguesa ajudou a colocar no poder. É preciso registrar, no entanto, que em meio a essas manifestações de ódio e rancor, nós do PCdoB somos alvo de comovedoras demonstrações de afeto, solidariedade e apoio, de brasileiros verdadeiros, nacionalistas, patriotas. A imprensa capitalista demanda capital à custa do sofrimento do povo. Encarrega-se de forjar, preservar e divulgar imagem positiva do neoliberalismo e negativa dos governos e partidos voltados para o social. Há na mídia nacional uma febre de aversão aos socialistas como nós, que lógica alguma é capaz de conter. Redatores servis e farsantes, cordatos e obsequiosos, são movidos pelas polpudas verbas publicitárias dos governos neoliberais que ainda grassam em alguns estados. São profissionais que entraram pelas portas laterais do jornalismo. Não reconhecem o que representa para o povo brasileiro humilde uma esperança de vida melhor, de acesso a bens materiais. Essa é a mídia que adora criar “eventos” do nada, que controla todos os institutos de pesquisa. Claro que há exceções, pois são elas que justificam as regras. Revistas como a Carta Capital e Caros Amigos são exemplos de jornalismo crítico, porém imparcial, apartidário e pluralista.
Nós do PCdoB sabemos que a miséria é desnecessária, que a conquista do bem-estar coletivo é essencial e que um país não pode sobreviver com injustiça social criminosa. Acreditamos também numa imprensa livre, mas responsável, independente em face a grupos de poder e que mantenha com seus leitores/ouvintes/telespectadores relação de transparência e honestidade.
Repelimos e condenamos publicamente qualquer tipo de ingerência do poder do Estado e/ou do capital sobre a atividade intelectual. No entanto não podemos aceitar que órgãos da imprensa promovam campanhas para desacreditar pessoas e entidades públicas, a serviço de partidos políticos, grupos econômicos ou de tendência ideológica diferente. A verdade não pode ser torcida ou politizada. As convicções não podem estar sujeitas a conveniências. Fatos não devem ser omitidos. Uma realidade, porém, está vindo à tona. Quem se cansou da mídia mentirosa e golpista foi a classe operária brasileira e os verdadeiros intelectuais do país. Estamos fartos do discurso que protege uma cultura patrimonialista, em que a tradição é o privado se apropriar do público. Receba, pois camarada Orlando, nosso apoio e solidariedade e a certeza que, mais dia menos dia, a verdade prevalecerá.
VIVA O PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Comitê Municipal do PCdoB de Ribeirão das Neves-MG
Jeferson Malaguti Soares
Secretário de Comunicação
Marcadores:
imprensa burgues,
imprensa golpista,
PCdoB,
solidariedade
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Comentários Políticos: José de Abreu: “Civita avisou ao PT que derrubará Dilma”
Leiam até o fim...vamos permitir esse golpe? Os Civita vieram para o Brasil a convite da ditadura militar e, com o dinheiro público, fundaram em 1968 a revista Veja. Revista esta que não faz jornalismo, faz fofoca e vive de denuncismos caluniosos. Por que Veja não fez o mesmo nos (des)governos FHC e não o faz nos (des)governos de Anastasia e Alckmim? Por que não aprofunda as investigações sobre a vida desregrada de Aécio Neves? Por que não pergunta a FHC como ele comprou um apto de 1 milhão de dolares no melhor bairro de São Paulo (Higienópolis) que pertencia ao dono do banco Safra? Sabem porque? Porque os Civita levaram e levam muito dinheiro dos tucanos...pau neles...
J. Malaguti
No último domingo, o ator José de Abreu, esse simpaticíssimo sessentão paulista de Santa Rita do Passa Quatro, soltou uma nota no Twitter que, desde então, vem sendo objeto de curiosidade e de intensos debates na internet devido ao teor explosivo que encerra. Abaixo, a reprodução da nota do ator. Foi capturada em seu perfil naquela rede social.
Diante da enormidade que é haver dado concreto sobre uma premissa que todos os que se interessam por política já intuíam diante do comportamento da revista Veja nos últimos tempos, sobretudo após o caso escabroso em que um repórter desse veículo tentou invadir o apartamento do ex-ministro José Dirceu em um hotel de Brasília, decidi entrevistar o autor de tão interessante informação.
Conversei com Abreu por telefone durante cerca de 40 minutos. Foi mais um bate-papo informal. Girou, basicamente, em torno da informação que o ator obteve, mas enveredou por sua visão sobre como e por que um empresário do setor de comunicação ousa mandar ao governo do país um recado dessa magnitude, em termos de arrogância.
Segundo Abreu, a informação lhe foi passada por um petista graúdo que procurou a direção da Veja logo após a tentativa de invasão do apartamento de Dirceu. O emissário não teria procurado a revista em nome do governo, mas, sim, em nome do PT. Ainda segundo o entrevistado, essas conversas de petistas e até do governo com a mídia ocorrem institucionalmente e com freqüência.
A tal “raposa felpuda” do PT teria ponderado com a direção da Veja que precisaria haver limites, que a revista estaria passando da conta. Enfim, teria sido a tentativa de um pacto de convivência mínimo. Aliás, informação relevante do entrevistado foi a de que esse pacto até já existe e é por isso que Dilma vem sendo poupada pela mídia, apesar dos ataques ao seu governo.
A resposta veio de cima, do próprio Roberto Civita, e foi a de que não haveria acordo: a Veja pretende derrubar o governo Dilma. As razões para isso não foram explicadas, apesar de que o interlocutor de Abreu diz que o dono da Veja está enfurecido com os sucessivos governos do PT que, nos últimos 9 anos, tiraram da grande mídia montanhas de dinheiro público.
Sempre segundo o entrevistado, apesar de muitos acharem que o governo “dá dinheiro” à mídia (via publicidade oficial) apesar de ser fustigado por ela, nos últimos 9 anos a publicidade do governo federal, a compra de livros didáticos da Abril, enfim, tudo que o governo gasta com comunicação passou a pingar nos cofres midiáticos em proporção infinitamente menor do que jorrava até 2002.
De fato, de 2003 para cá esse bilhão de reais que o governo gasta oficialmente em comunicação, que até aquele ano era dividido entre 500 veículos, hoje irriga cerca de oito mil veículos, muitos deles com linha editorial totalmente inversa à dos grandes meios de comunicação que até o advento da eleição de Lula, em 2002, mamavam tranquilamente. E sozinhos.
Abreu também diz que essa coexistência de bastidores entre adversários políticos (imprensa tucana, de um lado, e PT e governos petistas de outro) se deve a um fato inegável: os políticos precisam da mídia e isso fica claro quando a gente se surpreende ao ver petistas, os mais alvejados por esses veículos, concedendo cordiais entrevistas aos seus algozes.
Particularmente, este blog não se surpreendeu com as revelações de José de Abreu. As marchas contra a corrupção, o objetivo claro de impedir o funcionamento do governo lançando matérias incessantes só contra o governo federal enquanto escândalos enormes como o das emendas dos deputados estaduais paulistas recebem espaço quase zero, mostram que a mídia pretende inviabilizar o governo Dilma Rousseff.
Mais uma vez, digo a quem não acredita: se o cavalo do golpe passar selado, a mídia monta sem pensar. E, agora, tenho até evidências concretas para fundamentar meu ponto de vista. Será, então, que o PT e o governo Dilma vão ficar sentados esperando o golpe? Querem a minha opinião? Acho que vão. Eles ainda acreditam que podem se entender com a imprensa golpista.
http://www.blogcidadania.com.br/2011/10/jose-de-abreu-%E2%80%9Ccivita-avisou-ao-pt-que-derrubara-dilma%E2%80%9D/
J. Malaguti
No último domingo, o ator José de Abreu, esse simpaticíssimo sessentão paulista de Santa Rita do Passa Quatro, soltou uma nota no Twitter que, desde então, vem sendo objeto de curiosidade e de intensos debates na internet devido ao teor explosivo que encerra. Abaixo, a reprodução da nota do ator. Foi capturada em seu perfil naquela rede social.
Diante da enormidade que é haver dado concreto sobre uma premissa que todos os que se interessam por política já intuíam diante do comportamento da revista Veja nos últimos tempos, sobretudo após o caso escabroso em que um repórter desse veículo tentou invadir o apartamento do ex-ministro José Dirceu em um hotel de Brasília, decidi entrevistar o autor de tão interessante informação.
Conversei com Abreu por telefone durante cerca de 40 minutos. Foi mais um bate-papo informal. Girou, basicamente, em torno da informação que o ator obteve, mas enveredou por sua visão sobre como e por que um empresário do setor de comunicação ousa mandar ao governo do país um recado dessa magnitude, em termos de arrogância.
Segundo Abreu, a informação lhe foi passada por um petista graúdo que procurou a direção da Veja logo após a tentativa de invasão do apartamento de Dirceu. O emissário não teria procurado a revista em nome do governo, mas, sim, em nome do PT. Ainda segundo o entrevistado, essas conversas de petistas e até do governo com a mídia ocorrem institucionalmente e com freqüência.
A tal “raposa felpuda” do PT teria ponderado com a direção da Veja que precisaria haver limites, que a revista estaria passando da conta. Enfim, teria sido a tentativa de um pacto de convivência mínimo. Aliás, informação relevante do entrevistado foi a de que esse pacto até já existe e é por isso que Dilma vem sendo poupada pela mídia, apesar dos ataques ao seu governo.
A resposta veio de cima, do próprio Roberto Civita, e foi a de que não haveria acordo: a Veja pretende derrubar o governo Dilma. As razões para isso não foram explicadas, apesar de que o interlocutor de Abreu diz que o dono da Veja está enfurecido com os sucessivos governos do PT que, nos últimos 9 anos, tiraram da grande mídia montanhas de dinheiro público.
Sempre segundo o entrevistado, apesar de muitos acharem que o governo “dá dinheiro” à mídia (via publicidade oficial) apesar de ser fustigado por ela, nos últimos 9 anos a publicidade do governo federal, a compra de livros didáticos da Abril, enfim, tudo que o governo gasta com comunicação passou a pingar nos cofres midiáticos em proporção infinitamente menor do que jorrava até 2002.
De fato, de 2003 para cá esse bilhão de reais que o governo gasta oficialmente em comunicação, que até aquele ano era dividido entre 500 veículos, hoje irriga cerca de oito mil veículos, muitos deles com linha editorial totalmente inversa à dos grandes meios de comunicação que até o advento da eleição de Lula, em 2002, mamavam tranquilamente. E sozinhos.
Abreu também diz que essa coexistência de bastidores entre adversários políticos (imprensa tucana, de um lado, e PT e governos petistas de outro) se deve a um fato inegável: os políticos precisam da mídia e isso fica claro quando a gente se surpreende ao ver petistas, os mais alvejados por esses veículos, concedendo cordiais entrevistas aos seus algozes.
Particularmente, este blog não se surpreendeu com as revelações de José de Abreu. As marchas contra a corrupção, o objetivo claro de impedir o funcionamento do governo lançando matérias incessantes só contra o governo federal enquanto escândalos enormes como o das emendas dos deputados estaduais paulistas recebem espaço quase zero, mostram que a mídia pretende inviabilizar o governo Dilma Rousseff.
Mais uma vez, digo a quem não acredita: se o cavalo do golpe passar selado, a mídia monta sem pensar. E, agora, tenho até evidências concretas para fundamentar meu ponto de vista. Será, então, que o PT e o governo Dilma vão ficar sentados esperando o golpe? Querem a minha opinião? Acho que vão. Eles ainda acreditam que podem se entender com a imprensa golpista.
http://www.blogcidadania.com.br/2011/10/jose-de-abreu-%E2%80%9Ccivita-avisou-ao-pt-que-derrubara-dilma%E2%80%9D/
Marcadores:
'desgoverno',
Civita,
cofres midiáticos,
etica,
Revista Veja
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Comentários Políticos: Apelo à mídia mineira
"Minas,são muitas.Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais" a frase é de Guimarães Rosa, mas hoje até parece que Minas são apenas duas. A Minas da mídia mineira, que apresenta uma Minas sem problemas, onde tudo vai muito bem, obrigado, onde o choque de gestão magicamente conseguiu resultados fabulosos, uma Minas verdadeira filial do paraíso. Essa Minas foi conseguida através de gordas verbas publicitárias, que "compraram" a imprensa mineira. Em sete anos de (des)governo do "príncipe" Aécio Neves foram gastos mais de 1,4 bi com a propaganda favorável ao tucano e sonegados mais de 4 bi da saúde pública. A outra Minas é onde nós vivemos, simples mortais.A Minas da educação sucateada, da saúde abandonada, da cidadania ultrajada, dos índices da segurança manipulados, da dívida escandalosamente aumentada, da mentira oficial, dos servidores públicos estaduais vilipendiados. Nesta Minas vivemos nós, pobres mineiros. Na outra Minas vivem os apaniguados de Aécio Neves, mídia inclusa. Minas não tem um projeto de crescimento sustentável,de melhoria na saúde, na educação, nos transportes ou na segurança. Minas tem apenas o PROJETO AÉCIO NEVES.
Vivemos hoje em Minas a mais absoluta e verdadeira censura midiática. Muito pior que a censura imposta durante a ditadura militar.Naquela ocasião os jornais eram obrigados a se calar, a silenciar diante dos abusos. Hoje, as polpudas verbas publicitárias oficiais compraram a adesão da imprensa mineira ao projeto de marketing pessoal e de culto à personalidade do ex-governador.Assim é a Minas de hoje, onde o judiciário , o ministério público e a imprensa foram cooptados ao projeto passoal de Aécio Neves. A Assembléia Legislativa , cuja maioria dos deputados, comprados à base de emendas parlamentares e cargos na administração,vota com o governo, não pode ser chamada de Casa Legislativa. Melhor seria ser chamada de Casa Homologativa da vontade do executivo.
Tudo o que eu escrevi até agora e muito mais,você encontra no discurso do Deputado Sávio Souza Cruz do PMDB, proferido em Março deste ano na tribuna da ALMG. Acesse www.observadoressociais@blogspot.com e assista ao vídeo " Esquizofrenia Política".
A imprensa mineira enterrou os princípios básicos do jornalismo honesto e saudável. Onde foi parar o jornalismo crítico, apartidário e pluralista?Onde estão as atitudes de independência em face a grupos de poder? O que fizeram com a competência profissional do jornalista?
Não tratam com rigor técnico as notícias e idéias.Desprezam a relação de transparência com a opinião pública. Desestimulam o diálogo, a difusão de novas tendências e o desenvolvimento do próprio jornalismo. Do ponto de vista político, a mídia mineira deixa de sustentar a democracia, a economia de mercado, os direitos dos mineiros e foge do debate dos problemas sociais da população. Ela se censura e permite a ingerência do poder do Estado sobre suas atividades, pelo dinheiro. A ética que se dane. Não ficam nem um pouco constrangidos, perderam a vergonha. Quem dita a linha editorial da imprensa em Minas é o executivo. Nela não está contemplada a ética, a isenção na cobertura, a liberdade de expressão, a responsabilidade moral ou todas as versões dos fatos.
A independência econômica e financeira de qualquer empresa jornalística é condição essencial para a sua independência editorial e politica. Os anúncios publicitários deveriam merecer tratamento análogo ao que se dá ao material jornalistico.O interesse do leitor/ouvinte/telespectador, deveria ter sempre prioridade sobre qualquer outro, inclusive o do anunciante. Não se deveria, em nenhuma hipótese, sob pena de se perder a credibilidade, subordinar o trabalho jornalístico aos interêsses, presumidos ou manifestos, de anunciantes. A isto chama-se ética. Isto se aprende em qualquer curso de jornalismo/comunicação social. É lamentável que o universo midiático de Minas Gerais não pense assim.
Em seu texto, a Constituição brasileira garante o acesso de todos à informação.Garante também a liberdade de imprensa, independente de censura, e a livre expressão do pensamento. Não podemos reconhecer legitimidade em nenhuma restrição, legal ou ilegal, que se faça à liberdade de imprensa. Não podemos aceitar que a imprensa seja "comprada" em benefício de quem quer que seja.
Imprensa mineira! Acordai. Levantai sua cabeça. Erga os olhos para seus leitores/ouvintes/telespectadores. Abandone de vez a desonra que a envergonha diante de si própria.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
Vivemos hoje em Minas a mais absoluta e verdadeira censura midiática. Muito pior que a censura imposta durante a ditadura militar.Naquela ocasião os jornais eram obrigados a se calar, a silenciar diante dos abusos. Hoje, as polpudas verbas publicitárias oficiais compraram a adesão da imprensa mineira ao projeto de marketing pessoal e de culto à personalidade do ex-governador.Assim é a Minas de hoje, onde o judiciário , o ministério público e a imprensa foram cooptados ao projeto passoal de Aécio Neves. A Assembléia Legislativa , cuja maioria dos deputados, comprados à base de emendas parlamentares e cargos na administração,vota com o governo, não pode ser chamada de Casa Legislativa. Melhor seria ser chamada de Casa Homologativa da vontade do executivo.
Tudo o que eu escrevi até agora e muito mais,você encontra no discurso do Deputado Sávio Souza Cruz do PMDB, proferido em Março deste ano na tribuna da ALMG. Acesse www.observadoressociais@blogspot.com e assista ao vídeo " Esquizofrenia Política".
A imprensa mineira enterrou os princípios básicos do jornalismo honesto e saudável. Onde foi parar o jornalismo crítico, apartidário e pluralista?Onde estão as atitudes de independência em face a grupos de poder? O que fizeram com a competência profissional do jornalista?
Não tratam com rigor técnico as notícias e idéias.Desprezam a relação de transparência com a opinião pública. Desestimulam o diálogo, a difusão de novas tendências e o desenvolvimento do próprio jornalismo. Do ponto de vista político, a mídia mineira deixa de sustentar a democracia, a economia de mercado, os direitos dos mineiros e foge do debate dos problemas sociais da população. Ela se censura e permite a ingerência do poder do Estado sobre suas atividades, pelo dinheiro. A ética que se dane. Não ficam nem um pouco constrangidos, perderam a vergonha. Quem dita a linha editorial da imprensa em Minas é o executivo. Nela não está contemplada a ética, a isenção na cobertura, a liberdade de expressão, a responsabilidade moral ou todas as versões dos fatos.
A independência econômica e financeira de qualquer empresa jornalística é condição essencial para a sua independência editorial e politica. Os anúncios publicitários deveriam merecer tratamento análogo ao que se dá ao material jornalistico.O interesse do leitor/ouvinte/telespectador, deveria ter sempre prioridade sobre qualquer outro, inclusive o do anunciante. Não se deveria, em nenhuma hipótese, sob pena de se perder a credibilidade, subordinar o trabalho jornalístico aos interêsses, presumidos ou manifestos, de anunciantes. A isto chama-se ética. Isto se aprende em qualquer curso de jornalismo/comunicação social. É lamentável que o universo midiático de Minas Gerais não pense assim.
Em seu texto, a Constituição brasileira garante o acesso de todos à informação.Garante também a liberdade de imprensa, independente de censura, e a livre expressão do pensamento. Não podemos reconhecer legitimidade em nenhuma restrição, legal ou ilegal, que se faça à liberdade de imprensa. Não podemos aceitar que a imprensa seja "comprada" em benefício de quem quer que seja.
Imprensa mineira! Acordai. Levantai sua cabeça. Erga os olhos para seus leitores/ouvintes/telespectadores. Abandone de vez a desonra que a envergonha diante de si própria.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
Marcadores:
'desgoverno',
etica,
imprensa,
jornalismo,
manipulação
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Comentários Políticos: Violência contra os Professores
"Do rio que tudo arrasta, se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem." (Bertold Brecht).
Assim está acontecendo em Minas. A imprensa , o Ministério Público e o Tribunal de Justiça mineiros, aliados de primeira hora dos governos tucanos que nos assolam há 9 anos, acusam a greve dos professores de violenta. No entanto não divulgam e sequer consideram a camisa-de-força em que o governo Anastasia os meteu, nem a violencia da Policia Militar na repressão do movimento.
Vejam o depoimento de uma professora mineira: "Tenho estado em sala de aula há 24 anos, desde 1987. Fui parar numa sala de aula da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais por amor à profissão e por incentivo salarial, pois quando comecei a lecionar, em 1987, o nosso Salário Base (vencimento básico) correspondia a três salários mínimos (hoje, R$1.635,00) para quem lecionava de 5ª à 8ª série, e cinco salários mínimos (hoje, R$2.725,00) para quem lecionava para o Ensino Médio. Tinha perspectiva de carreira profissional. Com o tempo, vi a nossa situação piorando ano a ano, suportável durante algum tempo, mas há 9 anos sinto-me no fundo do poço. Sou mãe e tenho dificuldades para manter as despesas da casa. Moro de aluguel, não consigo viajar de férias há uns seis anos, dependo de um Plano de Saúde que não funciona (IPSEMG), gasto dinheiro com antidepressivos para conseguir trabalhar dois horários em condições que não carecem de serem descritas aqui. Sei que existem outras/os professoras/res em situações piores e me firmo nisso para não cair no desespero diante das consequências dessa nossa luta que é justíssima.”
Assim está a realidade da educação em nosso estado.
Outro dia me perguntaram o porquê do governador Anastasia agir desta forma se também ele havia sido professor. Respondi: Anastasia pode até ter sido professor , mas nunca foi um educador.
A energia moral do universo de todo corpo docente é o local em que se forjam os conceitos sociais, os valores éticos, as relações de solidariedade, o respeito ao outro e a consciência da cidadania. Anastasia pode ter feito parte de algum corpo docente, mas sem qualquer resquicio de energia moral. Vai deixar o governo no fim de seu mandato, como entrou: marionete de Aécio Neves.
Esses tucanos neoliberais, partidários da teoria do estado mínimo, do entreguismo, já terceirizaram quase tudo em suas administrações, dos serviços de conservação, passando por penitenciarias, até a reprografia, vão também, em breve, terceirizar os ensinos fundamental e médio do estado.
O que é ainda mais desanimador é o fato de que foi o povo de Minas quem os elegeu.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
Assim está acontecendo em Minas. A imprensa , o Ministério Público e o Tribunal de Justiça mineiros, aliados de primeira hora dos governos tucanos que nos assolam há 9 anos, acusam a greve dos professores de violenta. No entanto não divulgam e sequer consideram a camisa-de-força em que o governo Anastasia os meteu, nem a violencia da Policia Militar na repressão do movimento.
Vejam o depoimento de uma professora mineira: "Tenho estado em sala de aula há 24 anos, desde 1987. Fui parar numa sala de aula da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais por amor à profissão e por incentivo salarial, pois quando comecei a lecionar, em 1987, o nosso Salário Base (vencimento básico) correspondia a três salários mínimos (hoje, R$1.635,00) para quem lecionava de 5ª à 8ª série, e cinco salários mínimos (hoje, R$2.725,00) para quem lecionava para o Ensino Médio. Tinha perspectiva de carreira profissional. Com o tempo, vi a nossa situação piorando ano a ano, suportável durante algum tempo, mas há 9 anos sinto-me no fundo do poço. Sou mãe e tenho dificuldades para manter as despesas da casa. Moro de aluguel, não consigo viajar de férias há uns seis anos, dependo de um Plano de Saúde que não funciona (IPSEMG), gasto dinheiro com antidepressivos para conseguir trabalhar dois horários em condições que não carecem de serem descritas aqui. Sei que existem outras/os professoras/res em situações piores e me firmo nisso para não cair no desespero diante das consequências dessa nossa luta que é justíssima.”
Assim está a realidade da educação em nosso estado.
Outro dia me perguntaram o porquê do governador Anastasia agir desta forma se também ele havia sido professor. Respondi: Anastasia pode até ter sido professor , mas nunca foi um educador.
A energia moral do universo de todo corpo docente é o local em que se forjam os conceitos sociais, os valores éticos, as relações de solidariedade, o respeito ao outro e a consciência da cidadania. Anastasia pode ter feito parte de algum corpo docente, mas sem qualquer resquicio de energia moral. Vai deixar o governo no fim de seu mandato, como entrou: marionete de Aécio Neves.
Esses tucanos neoliberais, partidários da teoria do estado mínimo, do entreguismo, já terceirizaram quase tudo em suas administrações, dos serviços de conservação, passando por penitenciarias, até a reprografia, vão também, em breve, terceirizar os ensinos fundamental e médio do estado.
O que é ainda mais desanimador é o fato de que foi o povo de Minas quem os elegeu.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Comentários Políticos:Imbróglio da Assembléia Legislativa
Sobre a confusão que houve nesta quarta-feira na ALMG, onde professoras foram intimidadas pelos seguranças da instituição, o apresentador Mauro Tramonte foi muito infeliz quando disse no seu programa, Balanço Geral , desta quinta-feira, 22/09, que o povo não está preparado para a democracia. Inicialmente quero dizer que admiro o Mauro, seu bom humor e sua sempre correta postura frente aos problemas que divulga diariamente. Mas, não posso concordar com o que disse. Quem não está preparado para a democracia são os deputados estaduais ligados ao governador Anastasia. O deputado Dilzon Melo do PTB, teve a audácia de dizer que a área interna da Assembléia é restrita aos deputados e seus assessores. Esse deputado se esquece que a ALMG não é sua casa, mas a casa do povo. O deputado Sargento Rodrigues, do PDT, reclamou que pessoas na galeria do plenário estavam usando termos poucos apropriados para se referirem aos deputados, como ladrões, safados, corruptos, etc...No entanto não vi nenhum deputado do PT, PCdoB ou de qualquer outro partido de oposição ao governo estadual que tenha feito o mesmo reclamo. Certamente porque não se sentiram atingidos.
Quem também não está acostumada com a democracia é boa parte de nossa mídia, que se cala diante dos desmandos que vem acontecendo em Minas desde o primeiro mandato de Aécio Neves. Da mesma forma, partidos como o PSDB,DEM,PP e seus áulicos, estão acostumados a reprimir a democracia.
Além desses, quem também não está familiarizada com a democracia é ´parte do Ministério Publico de Minas e do Tribunal de Contas do Estado.
Repudio a fala do Mauro Tramonte, apesar de tê-lo em alta conta como apresentador.
Repudio o desempenho da maioria que compõe a ALMG no episódio desses mais de 100 dias de greve, legitima, dos professores.
Repudio veementemente a impostura do Sr.Governador do Estado, de nossos Senadores e dos Deputados Federais de Minas, ligados ao senador Aécio Neves.
Repudio a grande maioria da imprensa de Minas, sabuja dos poderosos e por eles encabrestada.
A democracia não pode ser tratada de forma tão vil.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves
Quem também não está acostumada com a democracia é boa parte de nossa mídia, que se cala diante dos desmandos que vem acontecendo em Minas desde o primeiro mandato de Aécio Neves. Da mesma forma, partidos como o PSDB,DEM,PP e seus áulicos, estão acostumados a reprimir a democracia.
Além desses, quem também não está familiarizada com a democracia é ´parte do Ministério Publico de Minas e do Tribunal de Contas do Estado.
Repudio a fala do Mauro Tramonte, apesar de tê-lo em alta conta como apresentador.
Repudio o desempenho da maioria que compõe a ALMG no episódio desses mais de 100 dias de greve, legitima, dos professores.
Repudio veementemente a impostura do Sr.Governador do Estado, de nossos Senadores e dos Deputados Federais de Minas, ligados ao senador Aécio Neves.
Repudio a grande maioria da imprensa de Minas, sabuja dos poderosos e por eles encabrestada.
A democracia não pode ser tratada de forma tão vil.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves
Marcadores:
administração,
AeroAécio,
democracia,
greve,
imprensa,
professores
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Comentário Político: Estado da Palestina
O presidente Obama disse hoje na ONU que não cabe às Nações Unidas levar a paz ao oriente médio. Ora, para que servem então as missões de paz da ONU espalhadas pelo mundo? Haiti,Iraque e Guiné , por exemplo. Só não servem para os palestinos?
O problema reside exatamente nesta palavra:liberdade. O principio libertário para os EUA vale apenas para seu povo. Israel tem um monstruoso desenvolvimento das modernas técnicas de extermínio. Israel é, portanto, um estado totalitário, muito mais que a Alemanha de Hitler. Liberdade para Israel também , mas sob a tutela imperialista norte-americana.
Ficou claro hoje na ONU que, nem sempre quem debate e defende a justiça, está disposto a agir de forma justa. A essência da democracia está no pleno domínio da justiça, enquanto a injustiça é caracteristica maior das tiranias. Questiono então se os EUA são apenas um país imperialista ou se também não são um país totalitário. A reboque dos EUA vem Israel, da mesma forma, um país extremamente totalitário. A onipotência desses dois países é tal que , para eles nada muda estarem sujeitos às leis.Eles fazem suas leis e, dentro delas ,não cabem conceitos como honra, ética, polidez, coragem, respeito ou cuidado para com o outro. Usam da violência com o único propósito de protegerem seu espaço politico no planeta. Contudo, as guerras, as ocupações e o poderio atômico, reduziram o exercício da política a meros discursos vazios.
No caso específico do oriente médio, já ficou muito claro que a montagem do Estado de Israel se deu com base na submissão aos interesses norte-americanos. Fazer de Israel uma base militar dos EUA no Oriente Médio, sintetiza a opção dependente que restou aos dirigentes sionistas para realizarem seu projeto, o qual acabou se transformando no grande gueto, apoiando-se e apoiado pelo império norte-americano. Criou-se um Estado que nasceu em contradição com a sua população histórica, o povo palestino. Criou-se um Estado o qual possuía, como contradição secundária, a exclusão social dos árabes judeus, colocados em condição econômica de extrema inferioridade. Judeus, apenas os sionistas, olhos azuis, pele rosada, cabelos loiros. Esse é o Estado criado com tantas contradições que vive em um estado de guerra quase diário e, que não tem a menor condição de se auto sustentar sem o gigantesco suprimento de um aparato militar, proporcionado pelo imperialismo totalitário norte-americano.
Enfim, a mentalidade colonial sionista protagoniza a mais cruel solução racista para a questão judaica. O sionismo, ao chegar ao poder, a partir da fundação do Estado de Israel, se revelou um regime retrógrado, racista e criminoso. A barbárie sionista repetiu, de forma contraditória, um genocídio planificado- aquele perpetrado pelos nazistas -, desta vez contra o povo palestino.
Como seria inevitável, um Estado, construído nessas distorções doentias da personalidade humana, logo transformou-se no principal instrumento do que há de mais apodrecido no imperialismo capitalista contra a revolução de libertação árabe, e pelo domínio da principal fonte energética contemporânea: o petróleo.
Da Proclamação de Independencia da Palestina, redigida pela OLP-Organização pela Libertção da Palestina, em 15 de Novembro de 1988, destaco o seguinte parágrafo que sintetiza de forma brilhante a razão humanitária pela qual deve sim existir um estado palestino independente e soberano: " O Estado da Palestina é o Estado dos palestinos, onde quer que eles estejam. É neste âmbito que eles poderão desenvolver suas identidades nacional e cultural, gozar da plena igualdade de direitos, praticar livremente suas religiões e exprimir, sem entraves, as suas convicções políticas ".
VIVA O ESTADO SOBERANO DA PALESTINA INDEPENDENTE!.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
O problema reside exatamente nesta palavra:liberdade. O principio libertário para os EUA vale apenas para seu povo. Israel tem um monstruoso desenvolvimento das modernas técnicas de extermínio. Israel é, portanto, um estado totalitário, muito mais que a Alemanha de Hitler. Liberdade para Israel também , mas sob a tutela imperialista norte-americana.
Ficou claro hoje na ONU que, nem sempre quem debate e defende a justiça, está disposto a agir de forma justa. A essência da democracia está no pleno domínio da justiça, enquanto a injustiça é caracteristica maior das tiranias. Questiono então se os EUA são apenas um país imperialista ou se também não são um país totalitário. A reboque dos EUA vem Israel, da mesma forma, um país extremamente totalitário. A onipotência desses dois países é tal que , para eles nada muda estarem sujeitos às leis.Eles fazem suas leis e, dentro delas ,não cabem conceitos como honra, ética, polidez, coragem, respeito ou cuidado para com o outro. Usam da violência com o único propósito de protegerem seu espaço politico no planeta. Contudo, as guerras, as ocupações e o poderio atômico, reduziram o exercício da política a meros discursos vazios.
No caso específico do oriente médio, já ficou muito claro que a montagem do Estado de Israel se deu com base na submissão aos interesses norte-americanos. Fazer de Israel uma base militar dos EUA no Oriente Médio, sintetiza a opção dependente que restou aos dirigentes sionistas para realizarem seu projeto, o qual acabou se transformando no grande gueto, apoiando-se e apoiado pelo império norte-americano. Criou-se um Estado que nasceu em contradição com a sua população histórica, o povo palestino. Criou-se um Estado o qual possuía, como contradição secundária, a exclusão social dos árabes judeus, colocados em condição econômica de extrema inferioridade. Judeus, apenas os sionistas, olhos azuis, pele rosada, cabelos loiros. Esse é o Estado criado com tantas contradições que vive em um estado de guerra quase diário e, que não tem a menor condição de se auto sustentar sem o gigantesco suprimento de um aparato militar, proporcionado pelo imperialismo totalitário norte-americano.
Enfim, a mentalidade colonial sionista protagoniza a mais cruel solução racista para a questão judaica. O sionismo, ao chegar ao poder, a partir da fundação do Estado de Israel, se revelou um regime retrógrado, racista e criminoso. A barbárie sionista repetiu, de forma contraditória, um genocídio planificado- aquele perpetrado pelos nazistas -, desta vez contra o povo palestino.
Como seria inevitável, um Estado, construído nessas distorções doentias da personalidade humana, logo transformou-se no principal instrumento do que há de mais apodrecido no imperialismo capitalista contra a revolução de libertação árabe, e pelo domínio da principal fonte energética contemporânea: o petróleo.
Da Proclamação de Independencia da Palestina, redigida pela OLP-Organização pela Libertção da Palestina, em 15 de Novembro de 1988, destaco o seguinte parágrafo que sintetiza de forma brilhante a razão humanitária pela qual deve sim existir um estado palestino independente e soberano: " O Estado da Palestina é o Estado dos palestinos, onde quer que eles estejam. É neste âmbito que eles poderão desenvolver suas identidades nacional e cultural, gozar da plena igualdade de direitos, praticar livremente suas religiões e exprimir, sem entraves, as suas convicções políticas ".
VIVA O ESTADO SOBERANO DA PALESTINA INDEPENDENTE!.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
Marcadores:
Estados Unidos,
judeus,
ONU,
palestina,
sionismo
Assinar:
Postagens (Atom)


