Este blog se presta como ferramenta para atividade de disciplina. Postarei textos de Comentarios políticos referentes a esta fase de eleições, considerando partidos que simpatizo
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Comentários Políticos: O MENSALÃO DO AÉCIO
O que faz o senador mineiro Aécio Neves, com relação à mídia encabrestada de Minas, senão o seu próprio mensalão? Este sim é o verdadeiro mensalão. Não aquele que a mídia nacional insiste em apelidar como tal, com o objetivo de prejudicar Lula e o PT. Aécio destinou durante seu governo em Minas mais de 1 bilhão de reais em pouco mais de 7 anos à mídia de Minas, em parcelas mensais de aproximadamente 400 milhões, tirados do erário público e travestidos de propaganda da Copasa e da Cemig. Pagamento mensal à imprensa corrupta, para que esta omita suas mazelas e suas bizarrices ao mesmo tempo em que promove o culto à sua personalidade (Argg!). Anastasia, promovido por Aécio governador de Minas, mantém o esquema. De 2003 até hoje, esses dois (des)governos tucanos gastaram mais de 1,4 bilhão de reais em “propaganda” das estatais mineiras. Como se não bastasse a “invenção” do dito mensalão ter sido gerada em Minas quando o ex-governador tucano Eduardo Azeredo tentava a reeleição em 1998, o filme tem sua seqüência com Aécio e Anastásia. Aliás, tanto a mídia nacional quanto a justiça tupiniquim fazem questão de ignorar o “mensalão” do PSDB em Minas. Não sabem mais nem quantas medidas nem quantos pesos usam nos seus julgamentos. Aí está a verdadeira miséria humana. A miséria de caráter.
Jéferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Comentários Políticos: José de Abreu: “Civita avisou ao PT que derrubará Dilma”
Leiam até o fim...vamos permitir esse golpe? Os Civita vieram para o Brasil a convite da ditadura militar e, com o dinheiro público, fundaram em 1968 a revista Veja. Revista esta que não faz jornalismo, faz fofoca e vive de denuncismos caluniosos. Por que Veja não fez o mesmo nos (des)governos FHC e não o faz nos (des)governos de Anastasia e Alckmim? Por que não aprofunda as investigações sobre a vida desregrada de Aécio Neves? Por que não pergunta a FHC como ele comprou um apto de 1 milhão de dolares no melhor bairro de São Paulo (Higienópolis) que pertencia ao dono do banco Safra? Sabem porque? Porque os Civita levaram e levam muito dinheiro dos tucanos...pau neles...
J. Malaguti
No último domingo, o ator José de Abreu, esse simpaticíssimo sessentão paulista de Santa Rita do Passa Quatro, soltou uma nota no Twitter que, desde então, vem sendo objeto de curiosidade e de intensos debates na internet devido ao teor explosivo que encerra. Abaixo, a reprodução da nota do ator. Foi capturada em seu perfil naquela rede social.
Diante da enormidade que é haver dado concreto sobre uma premissa que todos os que se interessam por política já intuíam diante do comportamento da revista Veja nos últimos tempos, sobretudo após o caso escabroso em que um repórter desse veículo tentou invadir o apartamento do ex-ministro José Dirceu em um hotel de Brasília, decidi entrevistar o autor de tão interessante informação.
Conversei com Abreu por telefone durante cerca de 40 minutos. Foi mais um bate-papo informal. Girou, basicamente, em torno da informação que o ator obteve, mas enveredou por sua visão sobre como e por que um empresário do setor de comunicação ousa mandar ao governo do país um recado dessa magnitude, em termos de arrogância.
Segundo Abreu, a informação lhe foi passada por um petista graúdo que procurou a direção da Veja logo após a tentativa de invasão do apartamento de Dirceu. O emissário não teria procurado a revista em nome do governo, mas, sim, em nome do PT. Ainda segundo o entrevistado, essas conversas de petistas e até do governo com a mídia ocorrem institucionalmente e com freqüência.
A tal “raposa felpuda” do PT teria ponderado com a direção da Veja que precisaria haver limites, que a revista estaria passando da conta. Enfim, teria sido a tentativa de um pacto de convivência mínimo. Aliás, informação relevante do entrevistado foi a de que esse pacto até já existe e é por isso que Dilma vem sendo poupada pela mídia, apesar dos ataques ao seu governo.
A resposta veio de cima, do próprio Roberto Civita, e foi a de que não haveria acordo: a Veja pretende derrubar o governo Dilma. As razões para isso não foram explicadas, apesar de que o interlocutor de Abreu diz que o dono da Veja está enfurecido com os sucessivos governos do PT que, nos últimos 9 anos, tiraram da grande mídia montanhas de dinheiro público.
Sempre segundo o entrevistado, apesar de muitos acharem que o governo “dá dinheiro” à mídia (via publicidade oficial) apesar de ser fustigado por ela, nos últimos 9 anos a publicidade do governo federal, a compra de livros didáticos da Abril, enfim, tudo que o governo gasta com comunicação passou a pingar nos cofres midiáticos em proporção infinitamente menor do que jorrava até 2002.
De fato, de 2003 para cá esse bilhão de reais que o governo gasta oficialmente em comunicação, que até aquele ano era dividido entre 500 veículos, hoje irriga cerca de oito mil veículos, muitos deles com linha editorial totalmente inversa à dos grandes meios de comunicação que até o advento da eleição de Lula, em 2002, mamavam tranquilamente. E sozinhos.
Abreu também diz que essa coexistência de bastidores entre adversários políticos (imprensa tucana, de um lado, e PT e governos petistas de outro) se deve a um fato inegável: os políticos precisam da mídia e isso fica claro quando a gente se surpreende ao ver petistas, os mais alvejados por esses veículos, concedendo cordiais entrevistas aos seus algozes.
Particularmente, este blog não se surpreendeu com as revelações de José de Abreu. As marchas contra a corrupção, o objetivo claro de impedir o funcionamento do governo lançando matérias incessantes só contra o governo federal enquanto escândalos enormes como o das emendas dos deputados estaduais paulistas recebem espaço quase zero, mostram que a mídia pretende inviabilizar o governo Dilma Rousseff.
Mais uma vez, digo a quem não acredita: se o cavalo do golpe passar selado, a mídia monta sem pensar. E, agora, tenho até evidências concretas para fundamentar meu ponto de vista. Será, então, que o PT e o governo Dilma vão ficar sentados esperando o golpe? Querem a minha opinião? Acho que vão. Eles ainda acreditam que podem se entender com a imprensa golpista.
http://www.blogcidadania.com.br/2011/10/jose-de-abreu-%E2%80%9Ccivita-avisou-ao-pt-que-derrubara-dilma%E2%80%9D/
J. Malaguti
No último domingo, o ator José de Abreu, esse simpaticíssimo sessentão paulista de Santa Rita do Passa Quatro, soltou uma nota no Twitter que, desde então, vem sendo objeto de curiosidade e de intensos debates na internet devido ao teor explosivo que encerra. Abaixo, a reprodução da nota do ator. Foi capturada em seu perfil naquela rede social.
Diante da enormidade que é haver dado concreto sobre uma premissa que todos os que se interessam por política já intuíam diante do comportamento da revista Veja nos últimos tempos, sobretudo após o caso escabroso em que um repórter desse veículo tentou invadir o apartamento do ex-ministro José Dirceu em um hotel de Brasília, decidi entrevistar o autor de tão interessante informação.
Conversei com Abreu por telefone durante cerca de 40 minutos. Foi mais um bate-papo informal. Girou, basicamente, em torno da informação que o ator obteve, mas enveredou por sua visão sobre como e por que um empresário do setor de comunicação ousa mandar ao governo do país um recado dessa magnitude, em termos de arrogância.
Segundo Abreu, a informação lhe foi passada por um petista graúdo que procurou a direção da Veja logo após a tentativa de invasão do apartamento de Dirceu. O emissário não teria procurado a revista em nome do governo, mas, sim, em nome do PT. Ainda segundo o entrevistado, essas conversas de petistas e até do governo com a mídia ocorrem institucionalmente e com freqüência.
A tal “raposa felpuda” do PT teria ponderado com a direção da Veja que precisaria haver limites, que a revista estaria passando da conta. Enfim, teria sido a tentativa de um pacto de convivência mínimo. Aliás, informação relevante do entrevistado foi a de que esse pacto até já existe e é por isso que Dilma vem sendo poupada pela mídia, apesar dos ataques ao seu governo.
A resposta veio de cima, do próprio Roberto Civita, e foi a de que não haveria acordo: a Veja pretende derrubar o governo Dilma. As razões para isso não foram explicadas, apesar de que o interlocutor de Abreu diz que o dono da Veja está enfurecido com os sucessivos governos do PT que, nos últimos 9 anos, tiraram da grande mídia montanhas de dinheiro público.
Sempre segundo o entrevistado, apesar de muitos acharem que o governo “dá dinheiro” à mídia (via publicidade oficial) apesar de ser fustigado por ela, nos últimos 9 anos a publicidade do governo federal, a compra de livros didáticos da Abril, enfim, tudo que o governo gasta com comunicação passou a pingar nos cofres midiáticos em proporção infinitamente menor do que jorrava até 2002.
De fato, de 2003 para cá esse bilhão de reais que o governo gasta oficialmente em comunicação, que até aquele ano era dividido entre 500 veículos, hoje irriga cerca de oito mil veículos, muitos deles com linha editorial totalmente inversa à dos grandes meios de comunicação que até o advento da eleição de Lula, em 2002, mamavam tranquilamente. E sozinhos.
Abreu também diz que essa coexistência de bastidores entre adversários políticos (imprensa tucana, de um lado, e PT e governos petistas de outro) se deve a um fato inegável: os políticos precisam da mídia e isso fica claro quando a gente se surpreende ao ver petistas, os mais alvejados por esses veículos, concedendo cordiais entrevistas aos seus algozes.
Particularmente, este blog não se surpreendeu com as revelações de José de Abreu. As marchas contra a corrupção, o objetivo claro de impedir o funcionamento do governo lançando matérias incessantes só contra o governo federal enquanto escândalos enormes como o das emendas dos deputados estaduais paulistas recebem espaço quase zero, mostram que a mídia pretende inviabilizar o governo Dilma Rousseff.
Mais uma vez, digo a quem não acredita: se o cavalo do golpe passar selado, a mídia monta sem pensar. E, agora, tenho até evidências concretas para fundamentar meu ponto de vista. Será, então, que o PT e o governo Dilma vão ficar sentados esperando o golpe? Querem a minha opinião? Acho que vão. Eles ainda acreditam que podem se entender com a imprensa golpista.
http://www.blogcidadania.com.br/2011/10/jose-de-abreu-%E2%80%9Ccivita-avisou-ao-pt-que-derrubara-dilma%E2%80%9D/
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Comentários Políticos: Apelo à mídia mineira
"Minas,são muitas.Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais" a frase é de Guimarães Rosa, mas hoje até parece que Minas são apenas duas. A Minas da mídia mineira, que apresenta uma Minas sem problemas, onde tudo vai muito bem, obrigado, onde o choque de gestão magicamente conseguiu resultados fabulosos, uma Minas verdadeira filial do paraíso. Essa Minas foi conseguida através de gordas verbas publicitárias, que "compraram" a imprensa mineira. Em sete anos de (des)governo do "príncipe" Aécio Neves foram gastos mais de 1,4 bi com a propaganda favorável ao tucano e sonegados mais de 4 bi da saúde pública. A outra Minas é onde nós vivemos, simples mortais.A Minas da educação sucateada, da saúde abandonada, da cidadania ultrajada, dos índices da segurança manipulados, da dívida escandalosamente aumentada, da mentira oficial, dos servidores públicos estaduais vilipendiados. Nesta Minas vivemos nós, pobres mineiros. Na outra Minas vivem os apaniguados de Aécio Neves, mídia inclusa. Minas não tem um projeto de crescimento sustentável,de melhoria na saúde, na educação, nos transportes ou na segurança. Minas tem apenas o PROJETO AÉCIO NEVES.
Vivemos hoje em Minas a mais absoluta e verdadeira censura midiática. Muito pior que a censura imposta durante a ditadura militar.Naquela ocasião os jornais eram obrigados a se calar, a silenciar diante dos abusos. Hoje, as polpudas verbas publicitárias oficiais compraram a adesão da imprensa mineira ao projeto de marketing pessoal e de culto à personalidade do ex-governador.Assim é a Minas de hoje, onde o judiciário , o ministério público e a imprensa foram cooptados ao projeto passoal de Aécio Neves. A Assembléia Legislativa , cuja maioria dos deputados, comprados à base de emendas parlamentares e cargos na administração,vota com o governo, não pode ser chamada de Casa Legislativa. Melhor seria ser chamada de Casa Homologativa da vontade do executivo.
Tudo o que eu escrevi até agora e muito mais,você encontra no discurso do Deputado Sávio Souza Cruz do PMDB, proferido em Março deste ano na tribuna da ALMG. Acesse www.observadoressociais@blogspot.com e assista ao vídeo " Esquizofrenia Política".
A imprensa mineira enterrou os princípios básicos do jornalismo honesto e saudável. Onde foi parar o jornalismo crítico, apartidário e pluralista?Onde estão as atitudes de independência em face a grupos de poder? O que fizeram com a competência profissional do jornalista?
Não tratam com rigor técnico as notícias e idéias.Desprezam a relação de transparência com a opinião pública. Desestimulam o diálogo, a difusão de novas tendências e o desenvolvimento do próprio jornalismo. Do ponto de vista político, a mídia mineira deixa de sustentar a democracia, a economia de mercado, os direitos dos mineiros e foge do debate dos problemas sociais da população. Ela se censura e permite a ingerência do poder do Estado sobre suas atividades, pelo dinheiro. A ética que se dane. Não ficam nem um pouco constrangidos, perderam a vergonha. Quem dita a linha editorial da imprensa em Minas é o executivo. Nela não está contemplada a ética, a isenção na cobertura, a liberdade de expressão, a responsabilidade moral ou todas as versões dos fatos.
A independência econômica e financeira de qualquer empresa jornalística é condição essencial para a sua independência editorial e politica. Os anúncios publicitários deveriam merecer tratamento análogo ao que se dá ao material jornalistico.O interesse do leitor/ouvinte/telespectador, deveria ter sempre prioridade sobre qualquer outro, inclusive o do anunciante. Não se deveria, em nenhuma hipótese, sob pena de se perder a credibilidade, subordinar o trabalho jornalístico aos interêsses, presumidos ou manifestos, de anunciantes. A isto chama-se ética. Isto se aprende em qualquer curso de jornalismo/comunicação social. É lamentável que o universo midiático de Minas Gerais não pense assim.
Em seu texto, a Constituição brasileira garante o acesso de todos à informação.Garante também a liberdade de imprensa, independente de censura, e a livre expressão do pensamento. Não podemos reconhecer legitimidade em nenhuma restrição, legal ou ilegal, que se faça à liberdade de imprensa. Não podemos aceitar que a imprensa seja "comprada" em benefício de quem quer que seja.
Imprensa mineira! Acordai. Levantai sua cabeça. Erga os olhos para seus leitores/ouvintes/telespectadores. Abandone de vez a desonra que a envergonha diante de si própria.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves-MG
Vivemos hoje em Minas a mais absoluta e verdadeira censura midiática. Muito pior que a censura imposta durante a ditadura militar.Naquela ocasião os jornais eram obrigados a se calar, a silenciar diante dos abusos. Hoje, as polpudas verbas publicitárias oficiais compraram a adesão da imprensa mineira ao projeto de marketing pessoal e de culto à personalidade do ex-governador.Assim é a Minas de hoje, onde o judiciário , o ministério público e a imprensa foram cooptados ao projeto passoal de Aécio Neves. A Assembléia Legislativa , cuja maioria dos deputados, comprados à base de emendas parlamentares e cargos na administração,vota com o governo, não pode ser chamada de Casa Legislativa. Melhor seria ser chamada de Casa Homologativa da vontade do executivo.
Tudo o que eu escrevi até agora e muito mais,você encontra no discurso do Deputado Sávio Souza Cruz do PMDB, proferido em Março deste ano na tribuna da ALMG. Acesse www.observadoressociais@blogspot.com e assista ao vídeo " Esquizofrenia Política".
A imprensa mineira enterrou os princípios básicos do jornalismo honesto e saudável. Onde foi parar o jornalismo crítico, apartidário e pluralista?Onde estão as atitudes de independência em face a grupos de poder? O que fizeram com a competência profissional do jornalista?
Não tratam com rigor técnico as notícias e idéias.Desprezam a relação de transparência com a opinião pública. Desestimulam o diálogo, a difusão de novas tendências e o desenvolvimento do próprio jornalismo. Do ponto de vista político, a mídia mineira deixa de sustentar a democracia, a economia de mercado, os direitos dos mineiros e foge do debate dos problemas sociais da população. Ela se censura e permite a ingerência do poder do Estado sobre suas atividades, pelo dinheiro. A ética que se dane. Não ficam nem um pouco constrangidos, perderam a vergonha. Quem dita a linha editorial da imprensa em Minas é o executivo. Nela não está contemplada a ética, a isenção na cobertura, a liberdade de expressão, a responsabilidade moral ou todas as versões dos fatos.
A independência econômica e financeira de qualquer empresa jornalística é condição essencial para a sua independência editorial e politica. Os anúncios publicitários deveriam merecer tratamento análogo ao que se dá ao material jornalistico.O interesse do leitor/ouvinte/telespectador, deveria ter sempre prioridade sobre qualquer outro, inclusive o do anunciante. Não se deveria, em nenhuma hipótese, sob pena de se perder a credibilidade, subordinar o trabalho jornalístico aos interêsses, presumidos ou manifestos, de anunciantes. A isto chama-se ética. Isto se aprende em qualquer curso de jornalismo/comunicação social. É lamentável que o universo midiático de Minas Gerais não pense assim.
Em seu texto, a Constituição brasileira garante o acesso de todos à informação.Garante também a liberdade de imprensa, independente de censura, e a livre expressão do pensamento. Não podemos reconhecer legitimidade em nenhuma restrição, legal ou ilegal, que se faça à liberdade de imprensa. Não podemos aceitar que a imprensa seja "comprada" em benefício de quem quer que seja.
Imprensa mineira! Acordai. Levantai sua cabeça. Erga os olhos para seus leitores/ouvintes/telespectadores. Abandone de vez a desonra que a envergonha diante de si própria.
Jeferson Malaguti Soares
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Comentários Políticos: O jato do Aécio e o aparelhamento numa estatal mineira
Em tempo de denúncias sobre jatinhos, causa estranheza os jornais nada divulgarem sobre o dono do"AeroAécio" A imprensa poderia investigar e divulgar a história do dono do jatinho do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi aparelhado na presidência da estatal do governo tucano em Minas Gerais.
O senador tucano voa no jato prefixo PT-GAF (foto), avaliado em R$ 24 milhões. A assessoria de imprensa do senador tucano explica que o "Aeroaécio" pertence à empresa de táxi aéreo da família do banqueiro Gilberto de Andrade Faria, ex-dono do Banco Bandeirantes e padrasto de Aécio, falecido há 2 anos. O jato compõe a frota da empresa Banjet Táxi Aéreo Ltda. Os donos da Banjet são Clemente de Faria (filho do ex-banqueiro) e Oswaldo Borges da Costa Filho.
A coisa complica quando o então governador Aécio nomeia um dos donos da Banjet, Oswaldo Borges da Costa Filho, para a presidência de uma estatal mineira: a Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais).
Para piorar, a Codemig atua também junto a mineradoras, e Oswaldo Borges da Costa Filho - empresário de mineração, laureado pelo governo do estado - foi diretor-presidente da Companhia Mineradora do Pirocloro de Araxá, e atualmente ocupa cargo similar na Companhia Mineradora de Minas Gerais.
Tem muita coisa errada aí... Onde o governo tucano de Minas parece viver, não numa república, mas numa corte imperial, numa mistura de família com estado, com cargos e negócios para amigos, que emprestam bens, misturando o público com o privado?
Aécio Neves, cheio de denúncias, que vão desde o uso de psicotrópicos,passando por apreensão de seu veiculo numa blitz da lei seca no Rio, malversação da contabilidade pública das contas de seu (des)governo em Minas, quantidade inexplicável de veiculos importados registrados em sua Rádio Arco Iris, dependencia alcoólica, até o uso indevido de jatinho particular, marcha triunfante em direção à candidatura para a Presidencia da República, incólume e sob a proteção criminosa da mídia mineira.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves
O senador tucano voa no jato prefixo PT-GAF (foto), avaliado em R$ 24 milhões. A assessoria de imprensa do senador tucano explica que o "Aeroaécio" pertence à empresa de táxi aéreo da família do banqueiro Gilberto de Andrade Faria, ex-dono do Banco Bandeirantes e padrasto de Aécio, falecido há 2 anos. O jato compõe a frota da empresa Banjet Táxi Aéreo Ltda. Os donos da Banjet são Clemente de Faria (filho do ex-banqueiro) e Oswaldo Borges da Costa Filho.
A coisa complica quando o então governador Aécio nomeia um dos donos da Banjet, Oswaldo Borges da Costa Filho, para a presidência de uma estatal mineira: a Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais).
Para piorar, a Codemig atua também junto a mineradoras, e Oswaldo Borges da Costa Filho - empresário de mineração, laureado pelo governo do estado - foi diretor-presidente da Companhia Mineradora do Pirocloro de Araxá, e atualmente ocupa cargo similar na Companhia Mineradora de Minas Gerais.
Tem muita coisa errada aí... Onde o governo tucano de Minas parece viver, não numa república, mas numa corte imperial, numa mistura de família com estado, com cargos e negócios para amigos, que emprestam bens, misturando o público com o privado?
Aécio Neves, cheio de denúncias, que vão desde o uso de psicotrópicos,passando por apreensão de seu veiculo numa blitz da lei seca no Rio, malversação da contabilidade pública das contas de seu (des)governo em Minas, quantidade inexplicável de veiculos importados registrados em sua Rádio Arco Iris, dependencia alcoólica, até o uso indevido de jatinho particular, marcha triunfante em direção à candidatura para a Presidencia da República, incólume e sob a proteção criminosa da mídia mineira.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves
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