Amigos...está na hora de mostrarmos a todos os internautas que nos acessam a verdadeira face horrenda da revista Veja e de seus proprietários, família Civita. Para quem não sabe, Vitor Civita, fundador da Editora Abril, veio para o Brasil a convite da ditadura militar a fim de editar uma revista palatável ao regime de então. Continuam até hoje amando os militares, que financiaram seu projeto editorial.
O jornalista Ricardo Noblat, tucano de carteirinha, faz uma denuncia estarrecedora. Ora, partindo de alguém do PSDB, de quem a família Civita se diz aliada, não deixa a menor dúvida da falta de caráter e ética da revista Veja e de seus editores. Leia a denuncia abaixo e, por favor, postem em seus blogs e reenviem aos seus interlocutores. Vamos lançar uma campanha de cancelamento das assinaturas da revista e de não a comprar em bancas. Deixem a Veja apenas para a direita neoliberal, entreguista e aética. Quem lê Veja pode acabar sendo induzido pela mesma falta de caráter dos editores da revista.
Jeferson Malaguti Soares.
Do insuspeito blog do tucano Ricardo Noblat:
Enviado por Ricardo Noblat - 26.8.2011 - 17h59m
Política
Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja,
por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e,
numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual
costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.
O ardil começou na tarde dessa quarta-feira (24/08), quando o
jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou
na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado.
Alojado, sentiu-se à vontade para planejar seu próximo passo.
Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu
apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a
funcionária abrisse a porta.
O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só
resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel
sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas
do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária
devida, ainda por cima. O hotel registrou a tentativa de violação de
domicílio em boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.
A revista não parou por aí.
O jornalista voltou à carga. Fez-se passar por assessor da Prefeitura
de Varginha, insistindo em deixar no meu quarto "documentos
relevantes". Disse que se chamava Roberto, mas utilizou o mesmo número
de celular que constava da ficha de entrada que preencheu com seu
verdadeiro nome. O golpe não funcionou porque minha assessoria
estranhou o contato e não recebeu os tais “documentos”.
Os procedimentos da Veja se assemelham a escândalo recentemente
denunciado na Inglaterra. O tablóide News of the Word tinha como
prática para apuração de notícias fazer escutas telefônicas ilegais. O
jornal acabou fechado, seus proprietários respondem a processo,
jornalistas foram demitidos e presos.
No meio da tarde da quinta-feira, depois de toda a movimentação
criminosa do repórter Ribeiro para invadir meu apartamento, outro
repórter da revista Veja entrou em contato com o argumento de estar
apurando informações para uma reportagem sobre minhas atividades em
Brasília.
O jornalista Daniel Pereira se achou no direito de invadir minha
privacidade e meu direito de encontrar com quem quiser e, com a pauta
pronta e manipulada, encaminhou perguntas por e-mail já em forma de
respostas para praticar, mais uma vez, o antijornalismo e criar um
factóide. Pereira fez três perguntas:
1 – Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes
públicos – ministros, parlamentares, dirigentes de estatais – num
hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no
Congresso? Articulações políticas?
2 – Geralmente, de quem parte o convite para o encontro – do
ex-ministro ou dos interlocutores?
3 – Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu
conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa?
Soube, por diversas fontes, que outras pessoas ligadas ao PT e ao
governo foram procuradas e questionadas sobre suas relações comigo.
Está evidente a preparação de uma farsa, incluindo recurso à
ilegalidade, para novo ataque da revista contra minha honra e meus
direitos.
Deixei o governo, não sou mais parlamentar. Sou cidadão brasileiro,
militante político e dirigente partidário. Essas atribuições me
concedem o dever e a legitimidade de receber companheiros e amigos,
ocupem ou não cargos públicos, onde quer que seja, sem precisar dar
satisfações à Veja acerca de minhas atividades. Essa revista
notoriamente se transformou em um antro de práticas antidemocráticas,
a serviço das forças conservadoras mais venais.
Leia mais em Repórter da revista Veja é flagrado em atividade
criminosa contra mim.
Este blog se presta como ferramenta para atividade de disciplina. Postarei textos de Comentarios políticos referentes a esta fase de eleições, considerando partidos que simpatizo
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Comentários Políticos: Eleições
As eleições do próximo ano não serão nada fáceis , principalmente para os partidos de esquerda. A mídia tem feito cobertura das mais hidrófobas dos "escândalos" nos transportes, da saída de Pallocci, do Ministro da Defesa, da pasta da Agricultura,na tentativa de manter viva a direita raivosa, neoliberal, travestida de "salvadora da pátria", de "mãe " da ética(sic) e da sobriedade, tal qual arvorado no periodo da ditadura. Aliás, a midia nacional, se pudesse, reconduziria os militares ao poder. É patético ver a imprensa brasileira lutar por partidos e politicos que sequer teem um projeto para o país, teem apenas projetos pessoais. A direita, hoje representada pelo PSDB,PPS,DEM e parte do PMDB, continua rancorosa, autoritária e fundamentalista. Sua opção pelo neoliberalismo está na contra mão da historia recente, onde países como os EUA,Italia,Espanha,Grécia e Portugal amargam mais uma crise economico-financeira. Nossa mídia que está muito mais para Diogo Mainardi e Arnaldo Jabor do que para Mino Carta ou Mauro Santayana, pratica um jornalismo inculto, editorializando noticias, opiniões irresponsáveis,torcendo para o "quanto pior, melhor". Como a direita, sem projetos, nossa imprensa adota o discurso do ódio e do preconceito. Sectária e burguesa, repudia os avanços sociais dos ultimos anos.
Aqui em Minas, Anastasia vai se valer do mesmo recurso usado por Aécio nas eleições de 2010. Promessa de obras, inclusive começando algumas e depois as suspendendo,tão logo passem as eleições. Fora, claro, o apoio irrestrito de grande parte da mídia mineira, mendaz, aética,partidária, dependente das verbas do governo, tendenciosa, provinciana,burguesa e preconceituosa.
Como dizia Einstein,segundo Kaplan: "Época triste a nossa, em que é mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo".
PS.:Não se assuste se ficar provado que Nelson Jobim forçou sua saida do governo, a fim de ser candidato a prefeito de São Paulo ou de Porto Alegre, pelo PSDB. Quem viver verá.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves/MG.
Aqui em Minas, Anastasia vai se valer do mesmo recurso usado por Aécio nas eleições de 2010. Promessa de obras, inclusive começando algumas e depois as suspendendo,tão logo passem as eleições. Fora, claro, o apoio irrestrito de grande parte da mídia mineira, mendaz, aética,partidária, dependente das verbas do governo, tendenciosa, provinciana,burguesa e preconceituosa.
Como dizia Einstein,segundo Kaplan: "Época triste a nossa, em que é mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo".
PS.:Não se assuste se ficar provado que Nelson Jobim forçou sua saida do governo, a fim de ser candidato a prefeito de São Paulo ou de Porto Alegre, pelo PSDB. Quem viver verá.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves/MG.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Comentários Políticos: Aécio e Andrea Neves
Segundo mais denúncias do blog de Marco Damiani_247, o então secretário de Governo de Minas Gerais Danilo de Castro, foi o principal operador do esquema de desvios de recursos públicos, originados do caixa dois da empresa Furnas Centrais Elétricas S/A. Os valores ultrapassaram a cifra de R$ 38.000.000,00 (trinta e oito milhões de reais). Danilo de Castro repassou estes recursos não declarados para vários políticos do Estado de Minas Gerais, incluindo o atual Governador Aécio Neves da Cunha com o valor de R$ 6.575.980,00 (seis milhões, quinhentos e setenta e cinco mil e novecentos e oitenta reais), e para a campanha de José Serra e Geraldo Alckmin com a importância de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais)”.
As denuncias prosseguem:
Foram verbas sequer declaradas na Receita Federal e muito menos no Tribunal Regional Eleitoral, conforme constam nos relatórios que foram encaminhados pelo próprio Danilo de Castro para o declarante que fez as denuncias, Dimas Fabiano Toledo, então presidente da estatal Furnas.”.
Também a irmã do senador Aécio e influente no governo dele em Minas (2003-2010), Andréa Neves é citada em declaração de caixa dois de estatal, registrada em cartório; dinheiro serviria aos candidatos a prefeito do interior nas eleições de 2002Mais valores repassados para o candidato a deputado federal sr. Danilo de Castro, distribuídos aos candidatos ao senado, conforme planilha de desembolso apresentada pelos seus coordenadores de campanhas-MG:
Eduardo Azeredo: R$ 550.000,00 (repasse coordenador); Hélio Costa: R$ 400.000,00 (repasse coordenador); Zezé Perrella: R$ 350.000,00 (repasse coordenador).”
Logo abaixo, a declaração prossegue:
Outros valores repassados para o candidato a deputado federal sr. Danilo de Castro, destinado aos candidatos eleitos a deputados estaduais, federais e suas coligações. Valor: R$ 3.800.000,00. Marcio Rodrigues: R$ 40.000,00; Rafael Guerra: R$ 40.000,00; Eduardo Barbosa: R$ 35.000,00.
Há, ainda, um último ponto sobre os repasses que Dimas fez questão de registrar em cartório – e este ponto faz menção direta a Andréa Neves, irmã do atual senador Aécio e integrante, no governo dele, do Grupo Técnico de Comunicação de Minas Gerais, onde se decidia a destinação das verbas publicitárias do governo estadual. A citação feita por Toledo em sua Declaração é a seguinte:
“Valor avulso repassado para Andréa Neves, irmã de Aécio Neves, para os comitês e prefeitos do interior do Estado-MG. Valor: R$ 695.000,00”.
Aí está o que a mídia mineira e nacional faz questão de esconder, o que. custa muito caro ao povo brasileiro e ao caixa da coisa pública,
divulguem à exaustão para que os mineiros vejam como são enganados pelos governos e políticos tucanos e seus asseclas. Isto sim é uma verdadeira quadrilha.
Jeferson Malaguti
As denuncias prosseguem:
Foram verbas sequer declaradas na Receita Federal e muito menos no Tribunal Regional Eleitoral, conforme constam nos relatórios que foram encaminhados pelo próprio Danilo de Castro para o declarante que fez as denuncias, Dimas Fabiano Toledo, então presidente da estatal Furnas.”.
Também a irmã do senador Aécio e influente no governo dele em Minas (2003-2010), Andréa Neves é citada em declaração de caixa dois de estatal, registrada em cartório; dinheiro serviria aos candidatos a prefeito do interior nas eleições de 2002Mais valores repassados para o candidato a deputado federal sr. Danilo de Castro, distribuídos aos candidatos ao senado, conforme planilha de desembolso apresentada pelos seus coordenadores de campanhas-MG:
Eduardo Azeredo: R$ 550.000,00 (repasse coordenador); Hélio Costa: R$ 400.000,00 (repasse coordenador); Zezé Perrella: R$ 350.000,00 (repasse coordenador).”
Logo abaixo, a declaração prossegue:
Outros valores repassados para o candidato a deputado federal sr. Danilo de Castro, destinado aos candidatos eleitos a deputados estaduais, federais e suas coligações. Valor: R$ 3.800.000,00. Marcio Rodrigues: R$ 40.000,00; Rafael Guerra: R$ 40.000,00; Eduardo Barbosa: R$ 35.000,00.
Há, ainda, um último ponto sobre os repasses que Dimas fez questão de registrar em cartório – e este ponto faz menção direta a Andréa Neves, irmã do atual senador Aécio e integrante, no governo dele, do Grupo Técnico de Comunicação de Minas Gerais, onde se decidia a destinação das verbas publicitárias do governo estadual. A citação feita por Toledo em sua Declaração é a seguinte:
“Valor avulso repassado para Andréa Neves, irmã de Aécio Neves, para os comitês e prefeitos do interior do Estado-MG. Valor: R$ 695.000,00”.
Aí está o que a mídia mineira e nacional faz questão de esconder, o que. custa muito caro ao povo brasileiro e ao caixa da coisa pública,
divulguem à exaustão para que os mineiros vejam como são enganados pelos governos e políticos tucanos e seus asseclas. Isto sim é uma verdadeira quadrilha.
Jeferson Malaguti
domingo, 24 de julho de 2011
Comentários Políticos: Jornalismo Independente
"Em jornalismo,produção significa a coleta de informações e imagens,bem como a organização dessa tarefa.O que se busca é a noticia:o fato comprovado,relevante e novo. Quanto mais um fato puder gerar consequencias para o mundo, para a sociedade ou para a maioria dos leitores,mais relevante ele é.Quanto mais inesperado, mais noticioso; quanto maior a força de quem está interessado em ocultá-lo, também." O texto que voce acaba de ler faz parte do Manual da Redação do jornal Folha de São Paulo, editado em 1992.
No entanto o jornal e a quase totalidade da mídia nacional - exceção apenas para a revista Carta Capital - substituiu o conceito de produção em jornalismo para o de "como se produz uma noticia" de acordo com os "nossos"(deles) interesses. Por exemplo, quando se fala em "mensalão" a imprensa se lembra apenas do caso que afetou o PT. Não faz qualquer alusão ao fato de que a jogada foi criada durante o governo do ex-governador Eduardo Azeredo(PSDB-MG) quando de sua tentativa frustrada de se reeleger em 1998. Outro exemplo: a mídia escondeu ou procurou esconder até agora o filho adulterino do ex-presidente FHC com uma jornalista da Globo.No entanto se encheu de pundonores para agredir o candidato Lula no tocante à sua filha, também ilegitima, Lurian Cordeiro. Lula assumiu a filha mas FHC só veio a tratar do assunto agora, quando o rapaz já tem mais de 20 anos, exclusivamente para tratar do sensivel tema do direito à herança. Descobriu-se depois do DNA que na verdade o moço não é filho de FHC, que escondeu durante todos esses anos, não somente o suposto filho, mas suas estripolias extramatrimoniais.
Grande escandalo fez também a mídia quando se descobriu que Fernando Collor tinha um filho extraconjugal.
Causa espanto que uma imprensa sempre tão ciosa de ter seu direito à liberdade de expressão cassado, censurado, suprimido, tenha de livre e espontânea vontade (editorial) desistido de divulgar assunto tão mobilizador de corações e mentes, quanto o do filho de FHC com jornalista da Rede Globo. Já imaginaram quanto custou a FHC e, por tabela, ao país, esconder isso por mais de 20 anos? É bom lembrar que a maior fatia dos gastos com publicidade durante os governos FHC foi destinada às Organizações Globo. Vende-se caro o silêncio na mídia tupiniquim.
Nossa mídia confunde liberdade de imprensa com jornalismo partidário de oposição. O partido da imprensa brasileira, como bem definiu o jornalista Paulo Henrique Amorim, da Rede Record , é o PIG-Partido da Imprensa Golpista.
Como disse Publio Terencio, dramaturgo e poeta romano que viveu entre 185 AC e 159 AC : " O favor gera amigos;a verdade, ódio". Acontece que determinados favores custam muito caro, e os amigos de hoje podem ser os inimigos de amanhã.
Jeferson Malaguti Soares
No entanto o jornal e a quase totalidade da mídia nacional - exceção apenas para a revista Carta Capital - substituiu o conceito de produção em jornalismo para o de "como se produz uma noticia" de acordo com os "nossos"(deles) interesses. Por exemplo, quando se fala em "mensalão" a imprensa se lembra apenas do caso que afetou o PT. Não faz qualquer alusão ao fato de que a jogada foi criada durante o governo do ex-governador Eduardo Azeredo(PSDB-MG) quando de sua tentativa frustrada de se reeleger em 1998. Outro exemplo: a mídia escondeu ou procurou esconder até agora o filho adulterino do ex-presidente FHC com uma jornalista da Globo.No entanto se encheu de pundonores para agredir o candidato Lula no tocante à sua filha, também ilegitima, Lurian Cordeiro. Lula assumiu a filha mas FHC só veio a tratar do assunto agora, quando o rapaz já tem mais de 20 anos, exclusivamente para tratar do sensivel tema do direito à herança. Descobriu-se depois do DNA que na verdade o moço não é filho de FHC, que escondeu durante todos esses anos, não somente o suposto filho, mas suas estripolias extramatrimoniais.
Grande escandalo fez também a mídia quando se descobriu que Fernando Collor tinha um filho extraconjugal.
Causa espanto que uma imprensa sempre tão ciosa de ter seu direito à liberdade de expressão cassado, censurado, suprimido, tenha de livre e espontânea vontade (editorial) desistido de divulgar assunto tão mobilizador de corações e mentes, quanto o do filho de FHC com jornalista da Rede Globo. Já imaginaram quanto custou a FHC e, por tabela, ao país, esconder isso por mais de 20 anos? É bom lembrar que a maior fatia dos gastos com publicidade durante os governos FHC foi destinada às Organizações Globo. Vende-se caro o silêncio na mídia tupiniquim.
Nossa mídia confunde liberdade de imprensa com jornalismo partidário de oposição. O partido da imprensa brasileira, como bem definiu o jornalista Paulo Henrique Amorim, da Rede Record , é o PIG-Partido da Imprensa Golpista.
Como disse Publio Terencio, dramaturgo e poeta romano que viveu entre 185 AC e 159 AC : " O favor gera amigos;a verdade, ódio". Acontece que determinados favores custam muito caro, e os amigos de hoje podem ser os inimigos de amanhã.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Palocci e Serra
VEJAM COMO FUNCIONA NOSSA MÍDIA. ANO PASSADO, VÉSPERA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS SURGIU UMA NOTICIA DE SUPOSTO DOSSIÊ CONTENDO DENUNCIAS CONTRA JOSÉ SERRA. A MÍDIA NÃO SE PREOCUPOU COM O CONTEÚDO DAS DENUNCIAS E SIM COM QUEM PREPAROU O DOSSIÊ, ACUSANDO PARA TANTO O PT. AGORA, COM AS DENUNCIAS CONTRA PALLOCI, FAZ O CONTRARIO:EXPLORA AO MÁXIMO O CONTEÚDO E ESCONDE QUEM AS FEZ.
FICAMOS SABENDO MAIS TARDE , E A IMPRENSA NÃO PODE ESCONDER, QUE QUEM PREPAROU O DOSSIÊ CONTRA SERRA FOI UM JORNALISTA DO JORNAL "ESTADO DE MINAS" A SERVIÇO DO EX-GOVERNADOR AÉCIO NEVES.
HOJE TAMBÉM SABEMOS QUE QUEM MONTOU O DOSSIÊ CONTRA PALLOCI FOI A PREFEITURA DE SÃO PAULO, A SERVIÇO DE JOSÉ SERRA. NO ENTANTO NADA VAI PODER SER APURADO CONTRA PALLOCI , HAJA VISTA TUDO O QUE POSSUI ESTÁ DEVIDAMENTE DECLARADO, NADA ESTÁ ESCONDIDO. QUANTO A SERRA E AÉCIO NÃO SE PODE DIZER O MESMO.LEMBRO QUE A FILHA DE SERRA ERA SÓCIA DE UMA FILHA DO ESCROQUE DANIEL DANTAS, NUMA EMPRESA FANTASMA NA FLÓRIDA, E A RÁDIO ARCO IRIS E SEUS 10 AUTOMOVEIS DE ALTO LUXO, DE AÉCIO VAI SE TORNAR UMA PEDRA NO SEU SAPATO.
ESSA É A NOSSA MÍDIA QUE CLAMA POR LIBERDADE . ELA NÃO SOFRE QUALQUER TIPO DE CENSURA POR PARTE DO GOVERNO FEDERAL, TANTO O ATUAL QUANTO OS DE LULA. MAS, SOFRE , E MUITO, DO PODER PARALELO, QUE A MANIPULA EM TROCA DE GORDAS VERBAS DE PROPAGANDA.AQUI EM MINAS, DURANTE O GOVERNO AÉCIO, QUEM PAGAVA A CONTA ERA A COPASA E A CEMIG.
FORAM GASTOS 800 MILHÕES EM 7 ANOS E MEIO- MAIS DE 100 MILHÕES POR ANO.
É POR ISSO QUE NADA LEIO E NÃO VEJO MAIS NOTICIARIOS NA TV. A UNICA REVISTA DIGNA DE LEITURA,ISENTA, É A CARTA CAPITAL.
JEFERSON MALAGUTI SOARES
FICAMOS SABENDO MAIS TARDE , E A IMPRENSA NÃO PODE ESCONDER, QUE QUEM PREPAROU O DOSSIÊ CONTRA SERRA FOI UM JORNALISTA DO JORNAL "ESTADO DE MINAS" A SERVIÇO DO EX-GOVERNADOR AÉCIO NEVES.
HOJE TAMBÉM SABEMOS QUE QUEM MONTOU O DOSSIÊ CONTRA PALLOCI FOI A PREFEITURA DE SÃO PAULO, A SERVIÇO DE JOSÉ SERRA. NO ENTANTO NADA VAI PODER SER APURADO CONTRA PALLOCI , HAJA VISTA TUDO O QUE POSSUI ESTÁ DEVIDAMENTE DECLARADO, NADA ESTÁ ESCONDIDO. QUANTO A SERRA E AÉCIO NÃO SE PODE DIZER O MESMO.LEMBRO QUE A FILHA DE SERRA ERA SÓCIA DE UMA FILHA DO ESCROQUE DANIEL DANTAS, NUMA EMPRESA FANTASMA NA FLÓRIDA, E A RÁDIO ARCO IRIS E SEUS 10 AUTOMOVEIS DE ALTO LUXO, DE AÉCIO VAI SE TORNAR UMA PEDRA NO SEU SAPATO.
ESSA É A NOSSA MÍDIA QUE CLAMA POR LIBERDADE . ELA NÃO SOFRE QUALQUER TIPO DE CENSURA POR PARTE DO GOVERNO FEDERAL, TANTO O ATUAL QUANTO OS DE LULA. MAS, SOFRE , E MUITO, DO PODER PARALELO, QUE A MANIPULA EM TROCA DE GORDAS VERBAS DE PROPAGANDA.AQUI EM MINAS, DURANTE O GOVERNO AÉCIO, QUEM PAGAVA A CONTA ERA A COPASA E A CEMIG.
FORAM GASTOS 800 MILHÕES EM 7 ANOS E MEIO- MAIS DE 100 MILHÕES POR ANO.
É POR ISSO QUE NADA LEIO E NÃO VEJO MAIS NOTICIARIOS NA TV. A UNICA REVISTA DIGNA DE LEITURA,ISENTA, É A CARTA CAPITAL.
JEFERSON MALAGUTI SOARES
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Comentários Políticos: Dez recomendações básicas que devem orientar o trabalho jornalístico:
1-Realizar um jornalismo crítico,apartidário e pluralista;
2-Adotar atitude de independencia em face de grupos de poder;
3-Tratar notícias e idéias com rigor técnico exclusivamente;
4-Ter relação de transparência com a opinião pública;
5-Não se atrelar a qualquer grupo, tendência ideológica ou partido político;
6-Nunca participar de campanhas para enaltecer ou desacreditar pessoas;
7-Não servir a interesses particulares;
8-Apenas assumir compromisso com a isenção na cobertura dos fatos;
9-Recusar toda e qualquer vantagem pessoal que comprometa o desempenho profissional e
10-Comparar fatos, estabelecer analogias e sempre verificar os dois lados da notícia.
Os amigos internautas pensam que essas recomendações partiram de minha lavra? Ledo engano:
Essas são algumas das dezenas de recomendações básicas que orientam o trabalho do jornal Folha de São Paulo, manual editado em 1992.
Nos últimos oito anos eles devem ter rasgado o manual.
Nenhum órgão da grande imprensa Nacional- tv, rádio, jornal ou revista - seguiu nos últimos anos sequer um dos itens citados acima.
Aqui em Minas o PSDB gastou R$800 milhões nesses oito anos passados, calando a boca da mídia mineira, dinheiro tirado da saúde, da educação, da segurança e do saneamento básico, por conta do famigerado e mentiroso choque de gestão. Aguardem que vamos ter mais quatro anos de boca livre em nossa mídia.
"Dados Internacionais de Catalogação(CIP):
Novo Manual de Redação - São Paulo:Folha de S.Paulo,1992
Bibliografia
I.Folha de São Paulo 2.Jornalismo-São Paulo-(Estado)-Manuais de estilo
92-0430 CDD-079.8161"
Jeferson M. Soares
2-Adotar atitude de independencia em face de grupos de poder;
3-Tratar notícias e idéias com rigor técnico exclusivamente;
4-Ter relação de transparência com a opinião pública;
5-Não se atrelar a qualquer grupo, tendência ideológica ou partido político;
6-Nunca participar de campanhas para enaltecer ou desacreditar pessoas;
7-Não servir a interesses particulares;
8-Apenas assumir compromisso com a isenção na cobertura dos fatos;
9-Recusar toda e qualquer vantagem pessoal que comprometa o desempenho profissional e
10-Comparar fatos, estabelecer analogias e sempre verificar os dois lados da notícia.
Os amigos internautas pensam que essas recomendações partiram de minha lavra? Ledo engano:
Essas são algumas das dezenas de recomendações básicas que orientam o trabalho do jornal Folha de São Paulo, manual editado em 1992.
Nos últimos oito anos eles devem ter rasgado o manual.
Nenhum órgão da grande imprensa Nacional- tv, rádio, jornal ou revista - seguiu nos últimos anos sequer um dos itens citados acima.
Aqui em Minas o PSDB gastou R$800 milhões nesses oito anos passados, calando a boca da mídia mineira, dinheiro tirado da saúde, da educação, da segurança e do saneamento básico, por conta do famigerado e mentiroso choque de gestão. Aguardem que vamos ter mais quatro anos de boca livre em nossa mídia.
"Dados Internacionais de Catalogação(CIP):
Novo Manual de Redação - São Paulo:Folha de S.Paulo,1992
Bibliografia
I.Folha de São Paulo 2.Jornalismo-São Paulo-(Estado)-Manuais de estilo
92-0430 CDD-079.8161"
Jeferson M. Soares
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domingo, 26 de setembro de 2010
Os jornalistas tucanos
Quando, no futuro, for escrita a crônica das eleições de 2010, procurando entender o desfecho que hoje parece mais provável, um capítulo terá de ser dedicado ao papel que nelas tiveram os jornalistas tucanos.
Foram muitas as causas que concorreram para provocar o resultado destas eleições. Algumas são internas aos partidos oposicionistas, suas lideranças, seu estilo de fazer política. É bem possível que se saíssem melhor se tivessem se renovado, mudado de comportamento. Se tivessem permitido que novos quadros assumissem o lugar dos antigos.
Por motivos difíceis de entender, as oposições aceitaram que sua velha elite determinasse o caminho que seguiriam na sucessão de Lula. Ao fazê-lo, concordaram em continuar com a cara que tinham em 2002, mostrando-se ao País como algo que permanecera no mesmo lugar, enquanto tudo mudara. A sociedade era outra, a economia tinha ficado diferente, o mundo estava modificado. Lula e o PT haviam se transformado. Só o que se mantinha intocada era a oposição brasileira: as mesmas pessoas, o mesmo discurso, o mesmo ar perplexo de quem não entende por que não está no poder.
Em nenhum momento isso ficou tão claro quanto na opção de conceder a José Serra uma espécie de direito natural à candidatura presidencial (e todo o tempo do mundo para que confirmasse se a desejava). Depois, para que resolvesse quando começaria a fazer campanha. Não se discutiu o que era melhor para os partidos, seus militantes, as pessoas que concordam com eles na sociedade. Deram-lhe um cheque em branco e deixaram a decisão em suas mãos, tornando-a uma questão de foro íntimo: ser ou não ser (candidato)?
Mas, por mais que as oposições tivessem sido capazes de se renovar, por mais que houvessem conseguido se libertar de lideranças ultrapassadas, a principal causa do resultado que devemos ter é externa. Seu adversário se mostrou tão superior que lhes deu um passeio.
Olhando-a da perspectiva de hoje, a habilidade de Lula na montagem do quadro eleitoral de 2010 só pode ser admirada. Fez tudo certo de seu lado e conseguiu antecipar com competência o que seus oponentes fariam. Ele se parece com um personagem de histórias infantis: construiu uma armadilha e conduziu os ingênuos carneirinhos (que continuavam a se achar muito espertos) a cair nela.
Se tivesse feito, nos últimos anos, um governo apenas sofrível, sua destreza já seria suficiente para colocá-lo em vantagem. Com o respaldo de um governo quase unanimemente aprovado, com indicadores de performance muito superiores aos de seus antecessores, a chance de que fizesse sua sucessora sempre foi altíssima, ainda que as oposições viessem com o que tinham de melhor.
Entre os erros que elas cometeram e os acertos de Lula, muito se explica do que vamos ter em 3 de outubro. Mas há uma parte da explicação que merece destaque: o quanto os jornalistas tucanos contribuíram para que isso ocorresse.
Foram eles que mais estimularam a noção de que Serra era o verdadeiro nome das oposições para disputar com Dilma Rousseff. Não apenas os jornalistas profissionais, mas também os intelectuais que os jornais recrutam para dar mais “amplitude” às suas análises e cobertura.
Não há ninguém tão dependente da opinião do jornalista tucano quanto o político tucano. Parece que acorda de manhã ansioso para saber o que colunistas e comentaristas tucanos (ou que, simplesmente, não gostam de Lula e do governo) escreveram. Sabe-se lá o motivo, os tucanos da política acham que os tucanos da imprensa são ótimos analistas. São, provavelmente, os únicos que acham isso.
Enquanto os bons políticos tucanos (especialmente os mais jovens) viam com clareza o abismo se abrir à sua frente, essa turma empurrava as oposições ladeira abaixo. Do alto de sua incapacidade de entender o eleitor, ela supunha que Serra estava fadado à vitória.
Quem acompanhou a cobertura que a “grande imprensa” fez destas eleições viu, do fim de 2009 até agora, uma sucessão de análises erradas, hipóteses furadas, teses sem pé nem cabeça. Todas inventadas para justificar o “favoritismo” de Serra, que só existia no desejo de quem as elaborava.
Se não fossem tão ineptas, essas pessoas poderiam, talvez, ter impulsionado as oposições na direção de projetos menos equivocados. Se não fossem tão arrogantes, teriam, quem sabe, poupado seus amigos políticos do fracasso quase inevitável que os espera.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.
Foram muitas as causas que concorreram para provocar o resultado destas eleições. Algumas são internas aos partidos oposicionistas, suas lideranças, seu estilo de fazer política. É bem possível que se saíssem melhor se tivessem se renovado, mudado de comportamento. Se tivessem permitido que novos quadros assumissem o lugar dos antigos.
Por motivos difíceis de entender, as oposições aceitaram que sua velha elite determinasse o caminho que seguiriam na sucessão de Lula. Ao fazê-lo, concordaram em continuar com a cara que tinham em 2002, mostrando-se ao País como algo que permanecera no mesmo lugar, enquanto tudo mudara. A sociedade era outra, a economia tinha ficado diferente, o mundo estava modificado. Lula e o PT haviam se transformado. Só o que se mantinha intocada era a oposição brasileira: as mesmas pessoas, o mesmo discurso, o mesmo ar perplexo de quem não entende por que não está no poder.
Em nenhum momento isso ficou tão claro quanto na opção de conceder a José Serra uma espécie de direito natural à candidatura presidencial (e todo o tempo do mundo para que confirmasse se a desejava). Depois, para que resolvesse quando começaria a fazer campanha. Não se discutiu o que era melhor para os partidos, seus militantes, as pessoas que concordam com eles na sociedade. Deram-lhe um cheque em branco e deixaram a decisão em suas mãos, tornando-a uma questão de foro íntimo: ser ou não ser (candidato)?
Mas, por mais que as oposições tivessem sido capazes de se renovar, por mais que houvessem conseguido se libertar de lideranças ultrapassadas, a principal causa do resultado que devemos ter é externa. Seu adversário se mostrou tão superior que lhes deu um passeio.
Olhando-a da perspectiva de hoje, a habilidade de Lula na montagem do quadro eleitoral de 2010 só pode ser admirada. Fez tudo certo de seu lado e conseguiu antecipar com competência o que seus oponentes fariam. Ele se parece com um personagem de histórias infantis: construiu uma armadilha e conduziu os ingênuos carneirinhos (que continuavam a se achar muito espertos) a cair nela.
Se tivesse feito, nos últimos anos, um governo apenas sofrível, sua destreza já seria suficiente para colocá-lo em vantagem. Com o respaldo de um governo quase unanimemente aprovado, com indicadores de performance muito superiores aos de seus antecessores, a chance de que fizesse sua sucessora sempre foi altíssima, ainda que as oposições viessem com o que tinham de melhor.
Entre os erros que elas cometeram e os acertos de Lula, muito se explica do que vamos ter em 3 de outubro. Mas há uma parte da explicação que merece destaque: o quanto os jornalistas tucanos contribuíram para que isso ocorresse.
Foram eles que mais estimularam a noção de que Serra era o verdadeiro nome das oposições para disputar com Dilma Rousseff. Não apenas os jornalistas profissionais, mas também os intelectuais que os jornais recrutam para dar mais “amplitude” às suas análises e cobertura.
Não há ninguém tão dependente da opinião do jornalista tucano quanto o político tucano. Parece que acorda de manhã ansioso para saber o que colunistas e comentaristas tucanos (ou que, simplesmente, não gostam de Lula e do governo) escreveram. Sabe-se lá o motivo, os tucanos da política acham que os tucanos da imprensa são ótimos analistas. São, provavelmente, os únicos que acham isso.
Enquanto os bons políticos tucanos (especialmente os mais jovens) viam com clareza o abismo se abrir à sua frente, essa turma empurrava as oposições ladeira abaixo. Do alto de sua incapacidade de entender o eleitor, ela supunha que Serra estava fadado à vitória.
Quem acompanhou a cobertura que a “grande imprensa” fez destas eleições viu, do fim de 2009 até agora, uma sucessão de análises erradas, hipóteses furadas, teses sem pé nem cabeça. Todas inventadas para justificar o “favoritismo” de Serra, que só existia no desejo de quem as elaborava.
Se não fossem tão ineptas, essas pessoas poderiam, talvez, ter impulsionado as oposições na direção de projetos menos equivocados. Se não fossem tão arrogantes, teriam, quem sabe, poupado seus amigos políticos do fracasso quase inevitável que os espera.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.
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