Quanta hipocrisia!
O governo de São Paulo resolve percorrer bares que vendem bebida alcoólica a menores, em todo o estado, multando quem desrespeita a lei. O Congresso Nacional vota uma lei de “tolerância zero” para os bêbados que insistem em dirigir autos. A Rede Globo, através de Drauzio Varella faz campanha feroz contra o uso do cigarro. Quanta hipocrisia! Ao mesmo em tempo que fazem isso, continuam pipocando na mídia propaganda de bebidas. Cervejas patrocinam torneios de futebol, Zeca Pagodinho alardeia a qualidade de determinada marca, nas novelas os ricos bebem champanhes e whiskies enquanto os pobres se divertem com a cerveja e a cachaça.
Vivemos a era da internet social, da globalização da economia, tempos de mudanças radicais, de quebra de padrões e paradigmas. A economia, os negócios, as relações pessoais e de trabalho, enfrentam uma nova realidade.
Enquanto isto, a ameaça de mudança do clima nunca foi tão real. Ela vai transformar a vida dos indivíduos, dos governos e das empresas. A palavra urgência ganha um novo significado. Prosseguem as negociações para a definição de novas metas de redução das emissões. Há uma enorme onda de reinvenções - nos negócios, na política, na vida cotidiana – a fim de guiar o planeta para uma vida mais saudável. Na contramão disto tudo, na área das bebidas alcoólicas, o setor vai se globalizando para o mal. Com seguidas operações de fusões e aquisições, as empresas se transformam em enormes conglomerados multinacionais com dezenas de marcas e um catálogo de tecnologias que lhes permite combinações quase infinitas de marcas e produtos. Cada vez mais poderosas econômica e financeiramente, as fábricas de bebidas formam um lobby irresistível, um grupo de pressão quase indestrutível. Por maior que seja, por exemplo, a bancada evangélica no Congresso Nacional, nenhum parlamentar se dispõe a enfrentar o problema. Da mesma forma agem todos os congressistas.
E o uso abusivo do álcool não se toca, cresce. Não estou falando do etanol, este muito saudável para nossa economia e que ainda ajuda a diminuir a poluição do ar. Falo da droga álcool. Droga que leva a outras drogas, tão destrutivas quanto ela. Falo do incentivo ao uso de bebidas alcoólicas, pela mídia, que leva a acidentes irrecuperáveis, famílias destruídas. E pergunto: até quando vamos fingir que nada está acontecendo? Até quando vamos continuar com essa hipocrisia? Até quando a bebida alcoólica vai ligar sua imagem a esportes saudáveis?
Eu não estou disposto a continuar fingindo. Lanço agora uma campanha para que a propaganda de bebidas alcoólicas pela mídia e o patrocínio delas em qualquer atividade, esportiva ou não, seja proibida, como fizeram acertadamente com o cigarro.
Por favor, envie esta mensagem a todos os seus internautas e, juntos vamos lutar pelo bem do futuro de nossos filhos e netos.
Jeferson Malaguti Soares
Ribeirão das Neves/MG
Este blog se presta como ferramenta para atividade de disciplina. Postarei textos de Comentarios políticos referentes a esta fase de eleições, considerando partidos que simpatizo
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Comentários Políticos: Nossa Mídia
1- O CASO BATTISTI:Nossa imprensa não divulga os reais motivos pelos quais Lula não extraditou Battisti. Querem apenas imputar ao ex-presidente a pecha de irresponsável mas, senão vejamos os motivos:
- Battisti nunca admitiu os crimes pelos quais foi condenado à revelia.
-O militar assassinado, segundo as autoridades italianas por Battisti, na verdade foi alvejado por parente de uma vítima do próprio policial no passado, por vingança(provado pelo advogado de Battisti)
-o segundo morto o foi em combate(troca de tiros entre militantes de esquerda , entre eles Battisti, e as forças da direita.)
-os outros dois assassinatos pelos quais condenaram Battisti ocorreram quando o militante encontrava-se no exílio, na França(também provado pelo advogado de Battisti)
-a opinião pública italiana foi sensibilizada pela imprensa local que se voltou contra Battisti e ele sofre ameaça de morte caso volte para a Italia ( existem militares que querem assassiná-lo dentro da prisão, também provado pelo advogado de Battisti).
2-MARCELA TEMER Nossa imprensa, numa atitude indelicada para com Dilma e o próprio Michel Temer, quer transformar a mulher do vice em "nossa Lady Di" ( deu nos jornais). Já tem gente querendo que ela ocupe algum cargo no terceiro escalão do governo.Ora, a imprensa quer com isso:
-fazer o populacho acreditar que a "coisa" mais interessante no atual governo é a beleza da Marcela
-que para os estrangeirois seria muito mais interessante ter Marcela como Presidente do que a "gorducha" Dilma( O Sr.Vittorio Medioli, dono do jornal O TEMPO, um italo-brasileiro,assinou um editorial do seu jornal no dia seguinte à posse, valorizando os "quilinhos a mais" que Dilma havia ganho, ao invés de analisar o conteúdo do seu(dela) discurso, por exemplo)
-tirar o foco da admiração do povo por Dilma Roussef e transferir para Marcela
-expor ao ridículo o fato de Michel Temer ter 70 anos e sua mulher 27
Deve haver mais alguns motivos subliminares que a minha percepção não está alcançando ( não sou psicólogo nem psiquiatra)
CONTINUO AFIRMANDO : ESPERO QUE A MÍDIA META O PAU NA DILMA COMO FEZ COM LULA HAJA VISTA O POVO JÁ ENTENDEU QUE O QUE NÃO AGRADA À IMPRENSA É IMPRESCINDÍVEL AO POVO BRASILEIRO.
Jeferson M. Soares
- Battisti nunca admitiu os crimes pelos quais foi condenado à revelia.
-O militar assassinado, segundo as autoridades italianas por Battisti, na verdade foi alvejado por parente de uma vítima do próprio policial no passado, por vingança(provado pelo advogado de Battisti)
-o segundo morto o foi em combate(troca de tiros entre militantes de esquerda , entre eles Battisti, e as forças da direita.)
-os outros dois assassinatos pelos quais condenaram Battisti ocorreram quando o militante encontrava-se no exílio, na França(também provado pelo advogado de Battisti)
-a opinião pública italiana foi sensibilizada pela imprensa local que se voltou contra Battisti e ele sofre ameaça de morte caso volte para a Italia ( existem militares que querem assassiná-lo dentro da prisão, também provado pelo advogado de Battisti).
2-MARCELA TEMER Nossa imprensa, numa atitude indelicada para com Dilma e o próprio Michel Temer, quer transformar a mulher do vice em "nossa Lady Di" ( deu nos jornais). Já tem gente querendo que ela ocupe algum cargo no terceiro escalão do governo.Ora, a imprensa quer com isso:
-fazer o populacho acreditar que a "coisa" mais interessante no atual governo é a beleza da Marcela
-que para os estrangeirois seria muito mais interessante ter Marcela como Presidente do que a "gorducha" Dilma( O Sr.Vittorio Medioli, dono do jornal O TEMPO, um italo-brasileiro,assinou um editorial do seu jornal no dia seguinte à posse, valorizando os "quilinhos a mais" que Dilma havia ganho, ao invés de analisar o conteúdo do seu(dela) discurso, por exemplo)
-tirar o foco da admiração do povo por Dilma Roussef e transferir para Marcela
-expor ao ridículo o fato de Michel Temer ter 70 anos e sua mulher 27
Deve haver mais alguns motivos subliminares que a minha percepção não está alcançando ( não sou psicólogo nem psiquiatra)
CONTINUO AFIRMANDO : ESPERO QUE A MÍDIA META O PAU NA DILMA COMO FEZ COM LULA HAJA VISTA O POVO JÁ ENTENDEU QUE O QUE NÃO AGRADA À IMPRENSA É IMPRESCINDÍVEL AO POVO BRASILEIRO.
Jeferson M. Soares
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Comentários Políticos: Mensalão
A mídia nacional insiste em macular o governo Lula com o mensalão. No entanto, insiste em "esquecer" que o mensalão foi inventado por Marcos Valério, a pedido da assessoria de Eduardo Azeredo (PSDB), leia Mares Guia, na véspera das eleições de 98, a fim de que fosse feito caixa 2. Insiste também em "esquecer" a lista de Furnas, as privatizações fraudelentas dos governos FHC, a compra de deputados e senadores para aprovar a reeleição, e mais uma infinidade de máculas dos governos do PSDB e DEM, inclusive nos estados. Aqui em Minas, por exemplo, a imprensa "comprada" a preço de ouro (R$1000 milhões/ano) nada denuncia das estrepolias e falcatruas de Aécio/Anastasia.
Mas a ficha da mídia ainda não caiu. Ainda não percebeu que quanto mais "bate" em Lula, mais ele cresce. Ainda não percebeu que o grande derrotado das recentes eleições foi exatamente Ela. Que, junto de deputados e senadores, a mídia é o organismo menos confiável ao povo brasileiro.
Mas, é muito bom que a mídia continue batendo firme na esquerda. ela obrigará a presidenta Dilma a cada vez mais se superar e, quanto mais ela se superar mais sua aprovação popular vai crescer. dá-lhe mídia, meta o pau. Vá atrás das mesquinharias, não deixe passar nada. É assim que gostamos!!!
Jeferson M. Soares
Mas a ficha da mídia ainda não caiu. Ainda não percebeu que quanto mais "bate" em Lula, mais ele cresce. Ainda não percebeu que o grande derrotado das recentes eleições foi exatamente Ela. Que, junto de deputados e senadores, a mídia é o organismo menos confiável ao povo brasileiro.
Mas, é muito bom que a mídia continue batendo firme na esquerda. ela obrigará a presidenta Dilma a cada vez mais se superar e, quanto mais ela se superar mais sua aprovação popular vai crescer. dá-lhe mídia, meta o pau. Vá atrás das mesquinharias, não deixe passar nada. É assim que gostamos!!!
Jeferson M. Soares
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Comentários Políticos: Legados da era Lula
Correio Braziliense
Tereza Cruvinel
Neste último artigo do ano aqui no Correio, não tenho como não falar dos oito anos trepidantes, em todos os sentidos, que estão chegando ao fim. Os anos Lula não apenas mudaram para sempre o Brasil. Mudaram também nossa forma de sentir e pensar nosso país.
Sob Lula, aprendemos a enxergar a pobreza, a importância de combatê-la e, mais recentemente, a celebrar sua redução. Vimos um presidente chegar ao poder contrariando tudo o que sempre nos pareceu natural: sem berço, sem diplomas, sem o apoio das elites econômicas e pensantes. Vimo-lo depois quebrar todas as convenções ao exercer o poder: falando a linguagem desabrida do povo, cometendo metáforas rasas e gafes frequentes, quebrando a liturgia do cargo, trocando o serviço à francesa do Itamaraty por um buffet self-service, tomando café com os catadores de papel e exercitando uma aguerrida diplomacia presidencial sem falar outra língua. Não haverá outro Lula, pois o Brasil que o gerou não haverá mais. E isso é bom.
Neste período, 28 milhões de brasileiros cruzaram a linha da pobreza e outros 20 milhões ascenderam à classe C. Mais extraordinário é que esse feito tenha acontecido sem a quebra de um só cristal. Ou seja, Lula não tomou uma só agulha dos mais ricos para dar aos mais pobres. Não privou os banqueiros de seus lucros para estender o crédito ao andar de baixo. Não reduziu as exportações do agrobusiness para dar mais comida ao povo. Não garfou a poupança da classe média para criar o Bolsa Família. Tudo fez harmonizando interesses e moderando conflitos. Todos ganharam, embora os mais pobres tenham começado a tirar a diferença. Em 2009, apesar da crise, a renda média dos 40% mais pobres cresceu 3,15% e dos 10% mais ricos apenas 1,09%. E isso é bom para todos, inclusive para os ricos. Este ano, os números serão mais eloquentes.
O crescimento da economia, que pode chegar aos 8% em 2010, será o maior em 24 anos. Desta vez foi crescimento sem inflação e com distribuição de renda. No final do período Lula, terão sido gerados 15 milhões de empregos. Este ano, a nova classe C vai gastar R$ 500 bilhões em 2010, superando o consumo das classes A e B. Isso é mudança.
Sob Lula, a percepção do Brasil mudou também lá fora. Agora o país é player, é líder no G-20, é um dos Brics, vai sediar a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Vamos perdendo o velho complexo de vira-latas.
Nem tudo foi resolvido, nem tudo foi feito e não faltaram as decepções. Sobretudo as políticas, com os casos de corrupção intermitentes. Mas o saldo a favor de Lula foi bem maior e levou-o ao píncaro da popularidade. Mesmo assim, ele continua sendo um presidente intragável para uma minoria. Talvez para aqueles 4% ou 5% que, nas pesquisas frequentes, consideram seu governo péssimo, contra os 80% que o consideram ótimo ou bom.
As relações com a mídia serão um capítulo na história a ser escrita. Vivi a minha pequena parte. Colunista política de O Globo, nunca apontei, nos seis governos e sete legislaturas que cobri, apenas o bem ou o mal. Assim erigi minha credibilidade de analista político. A partir de 2003, divergi do pensamento único que passou a vigir na mídia, não engrossando a cruzada anti-Lula. Na elite do jornalismo político, muito poucos, além de mim e de Franklin Martins, fugiram ao padrão monopólico e demonizador.
Houve preço. Em 2005, veio o maccarthismo e com ele os cães raivosos e o espírito de delação. Um deles espumou, em 2005, que Lula só não caíra ainda porque uma lista de jornalistas lulistas, aberta com meu nome, havia aparelhado a imprensa! Por algum tempo sustentei o apedrejamento, mas, já tendo sofrido uma ditadura, rejeitei a escolha entre autoimolação e sujeição. No final de 2007, aceitei o convite para dirigir a TV Pública que seria criada, cumprindo a Constituição Federal. Pouco vi o presidente depois disso. Tenho trabalhado com absoluta liberdade e os resultados estão aí. Nunca recebi queixas ou bilhetinhos de ministros.
Não tenho a menor importância na história maior que se encerra agora. Conto isso aqui porque esses detalhes fazem parte do ambiente venenoso, eivado de intolerância, elitismo e ódio de classe em que Lula governou e construiu o legado que deixa ao país.
Tereza Cruvinel
Neste último artigo do ano aqui no Correio, não tenho como não falar dos oito anos trepidantes, em todos os sentidos, que estão chegando ao fim. Os anos Lula não apenas mudaram para sempre o Brasil. Mudaram também nossa forma de sentir e pensar nosso país.
Sob Lula, aprendemos a enxergar a pobreza, a importância de combatê-la e, mais recentemente, a celebrar sua redução. Vimos um presidente chegar ao poder contrariando tudo o que sempre nos pareceu natural: sem berço, sem diplomas, sem o apoio das elites econômicas e pensantes. Vimo-lo depois quebrar todas as convenções ao exercer o poder: falando a linguagem desabrida do povo, cometendo metáforas rasas e gafes frequentes, quebrando a liturgia do cargo, trocando o serviço à francesa do Itamaraty por um buffet self-service, tomando café com os catadores de papel e exercitando uma aguerrida diplomacia presidencial sem falar outra língua. Não haverá outro Lula, pois o Brasil que o gerou não haverá mais. E isso é bom.
Neste período, 28 milhões de brasileiros cruzaram a linha da pobreza e outros 20 milhões ascenderam à classe C. Mais extraordinário é que esse feito tenha acontecido sem a quebra de um só cristal. Ou seja, Lula não tomou uma só agulha dos mais ricos para dar aos mais pobres. Não privou os banqueiros de seus lucros para estender o crédito ao andar de baixo. Não reduziu as exportações do agrobusiness para dar mais comida ao povo. Não garfou a poupança da classe média para criar o Bolsa Família. Tudo fez harmonizando interesses e moderando conflitos. Todos ganharam, embora os mais pobres tenham começado a tirar a diferença. Em 2009, apesar da crise, a renda média dos 40% mais pobres cresceu 3,15% e dos 10% mais ricos apenas 1,09%. E isso é bom para todos, inclusive para os ricos. Este ano, os números serão mais eloquentes.
O crescimento da economia, que pode chegar aos 8% em 2010, será o maior em 24 anos. Desta vez foi crescimento sem inflação e com distribuição de renda. No final do período Lula, terão sido gerados 15 milhões de empregos. Este ano, a nova classe C vai gastar R$ 500 bilhões em 2010, superando o consumo das classes A e B. Isso é mudança.
Sob Lula, a percepção do Brasil mudou também lá fora. Agora o país é player, é líder no G-20, é um dos Brics, vai sediar a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Vamos perdendo o velho complexo de vira-latas.
Nem tudo foi resolvido, nem tudo foi feito e não faltaram as decepções. Sobretudo as políticas, com os casos de corrupção intermitentes. Mas o saldo a favor de Lula foi bem maior e levou-o ao píncaro da popularidade. Mesmo assim, ele continua sendo um presidente intragável para uma minoria. Talvez para aqueles 4% ou 5% que, nas pesquisas frequentes, consideram seu governo péssimo, contra os 80% que o consideram ótimo ou bom.
As relações com a mídia serão um capítulo na história a ser escrita. Vivi a minha pequena parte. Colunista política de O Globo, nunca apontei, nos seis governos e sete legislaturas que cobri, apenas o bem ou o mal. Assim erigi minha credibilidade de analista político. A partir de 2003, divergi do pensamento único que passou a vigir na mídia, não engrossando a cruzada anti-Lula. Na elite do jornalismo político, muito poucos, além de mim e de Franklin Martins, fugiram ao padrão monopólico e demonizador.
Houve preço. Em 2005, veio o maccarthismo e com ele os cães raivosos e o espírito de delação. Um deles espumou, em 2005, que Lula só não caíra ainda porque uma lista de jornalistas lulistas, aberta com meu nome, havia aparelhado a imprensa! Por algum tempo sustentei o apedrejamento, mas, já tendo sofrido uma ditadura, rejeitei a escolha entre autoimolação e sujeição. No final de 2007, aceitei o convite para dirigir a TV Pública que seria criada, cumprindo a Constituição Federal. Pouco vi o presidente depois disso. Tenho trabalhado com absoluta liberdade e os resultados estão aí. Nunca recebi queixas ou bilhetinhos de ministros.
Não tenho a menor importância na história maior que se encerra agora. Conto isso aqui porque esses detalhes fazem parte do ambiente venenoso, eivado de intolerância, elitismo e ódio de classe em que Lula governou e construiu o legado que deixa ao país.
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Comentários Políticos:Serra prometeu a petroleira americana mudar regras do pré-sal se vencesse eleição
O MAIS TRISTE É QUE 45% DOS ELEITORES VOTARAM NESSE BILTRE! E A MÍDIA NACIONAL A TUDO ASSISTE CALADA.UMA VERGONHA!
Petroleiras americanas eram contra novas regras para pré-sal
por JULIANA ROCHA, Folha.com
DE BRASÍLIA
As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB), a promessa de que a regra seria alterada caso ele vencesse.
É isso que mostra telegrama diplomático dos EUA de dezembro de 2009 obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch). A organização teve acesso a milhares de despachos. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do WikiLeaks.
“Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama.
Íntegra da matéria:
http://www.viomundo.com.br/politica/wikileaks-serra-prometeu-as-petroleiras-americanas-mudar-as-regras-do-pre-sal-caso-vencesse-eleicao.html
Petroleiras americanas eram contra novas regras para pré-sal
por JULIANA ROCHA, Folha.com
DE BRASÍLIA
As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB), a promessa de que a regra seria alterada caso ele vencesse.
É isso que mostra telegrama diplomático dos EUA de dezembro de 2009 obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch). A organização teve acesso a milhares de despachos. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do WikiLeaks.
“Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama.
Íntegra da matéria:
http://www.viomundo.com.br/politica/wikileaks-serra-prometeu-as-petroleiras-americanas-mudar-as-regras-do-pre-sal-caso-vencesse-eleicao.html
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
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domingo, 14 de novembro de 2010
Comentários Políticos: Empresas suspeitas de fraudar licitação do Metrô de SP
Empresas suspeitas de fraudar licitação do Metrô de SP
pagaram R$ 5,8 milhões da campanha de Alckmin
Doações de seis construtoras correspondem a 17% do que foi arrecadado por tucano
Thiago Faria, do R7
Logo que sentar na cadeira de governador, em janeiro do ano que vem, o tucano Geraldo Alckmin, eleito em São Paulo, terá pela frente que resolver uma “pedra no sapato” herdada da atual gestão: a suspeita de fraude em licitações da linha 5 (Lilás) do Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo).
Com os contratos das obras suspensos pelo governador Alberto Goldman, Alckmin terá pela frente mais do que um problema administrativo, pois vai mexer com interesses de empresas que pagaram cerca de R$ 5,8 milhões da sua campanha ao Palácio dos Bandeirantes, de acordo com a Justiça Eleitoral.
Pelas prestações de contas divulgadas no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), metade das empresas que venceram as licitações suspeitas doou ao comitê financeiro do governador eleito. O valor total das doações - R$ 5.815.000 - corresponde a 17% dos R$ 34.221.236,96 oficialmente arrecadados por Alckmin durante todo o período eleitoral.
Só a Camargo Corrêa, que participa do consórcio vencedor do lote 3, doou R$ 2,5 milhões ao comitê financeiro de Alckmin. OAS (R$ 1 milhão), Andrade Gutierrez (R$ 500 mil), Mendes Junior (R$ 1,2 milhão), Triunfo (R$ 215 mil) e Carioca (R$ 400 mil) completam a lista de construtoras que contribuíram para eleger o tucano.
Há também as chamadas “doações ocultas”, quando as empresas doam ao partido e estes, por sua vez, repassam às campanhas. Só ao PSDB de São Paulo foram quase R$ 6,5 milhões de empreiteiras suspeitas de fraude na licitação da linha 5. Nestes casos, porém, não há como identificar quanto desse valor foram usados na campanha de Alckmin.
Na lista de construtoras que repassaram dinheiro ao partido estão também os vencedores do lote 2 da linha 5 do metrô –Serveng e Galvão Engenharia -, que tiveram sua proposta rejeitada em abril deste ano pelo Metrô. A justificativa da companhia para a medida estava relacionada ao preço das obras.
Também doaram ao PSDB paulista a OAS (R$ 600 mil), Queiróz Galvão (R$ 1,35 milhão), Mendes Junior (R$ 200 mil) e Carioca (R$ 346.700).
O deputado estadual Major Olímpio Gomes (PDT-SP), que propôs uma CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo para investigar um possível conluio entre as empreiteiras e agentes públicos, diz que o valor doado durante a campanha esconde interesses.
O governo de São Paulo suspendeu temporariamente na última semana as obras da linha 5 (lilás) do Metrô. A medida foi tomada após o jornal Folha de S.Paulo divulgar que os vencedores da licitação de cinco lotes das obras eram conhecidos há pelo menos seis meses.
Goldman pediu também a abertura de uma investigação no Ministério Público Estadual e que a Corregedoria Geral da Administração realize uma investigação junto ao Metrô para apurar o caso, além de solicitar que a empresa apure a denúncia.
Esta, no entanto, não será a primeira vez que o Ministério Público investiga irregularidades envolvendo contratos do Metrô de SP. Em 2008, o órgão viu suspeitas de pagamento de propina em acordos feitos com a Alstom. O caso também foi investigado durante CPI na Alesp, mas o relatório final foi aprovado sem pedidos de indiciamentos.
Outro lado
Procuradas pela reportagem, a Andrade Gutierrez, a Camargo Corrêa e a Carioca disseram, por meio da suas assessorias, que as doações a partidos políticos e às campanhas foram feitas de acordo com a legislação vigente e com as normas do TSE. As demais empresas citadas não retornaram o contato até a publicação da notícia. A reportagem não conseguiu entrar em contato com a Serveng e com a Queiroz Galvão.
Em nota, o Metrô disse que “desconhece acerto entre empreiteiras” e que “nos processos licitatórios, o Metrô tem de garantir o menor preço e a melhor qualidade técnica". A empresa afirmou ainda que "todas as licitações são feitas de acordo com a lei 8.666 e o Tribunal de Contas do Estado em fevereiro de 2009 analisou e deu parecer favorável ao mesmo, e permanece a disposição para prestar esclarecimentos e reafirma que o resultado da licitação da linha 5 obteve preço abaixo dos ofertados no certame revogado”.
Questionadas sobre as doações e como o novo governo vai tratar o assunto, a assessoria de imprensa de Alckmin também não retornou o contato até a publicação da matéria.
pagaram R$ 5,8 milhões da campanha de Alckmin
Doações de seis construtoras correspondem a 17% do que foi arrecadado por tucano
Thiago Faria, do R7
Logo que sentar na cadeira de governador, em janeiro do ano que vem, o tucano Geraldo Alckmin, eleito em São Paulo, terá pela frente que resolver uma “pedra no sapato” herdada da atual gestão: a suspeita de fraude em licitações da linha 5 (Lilás) do Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo).
Com os contratos das obras suspensos pelo governador Alberto Goldman, Alckmin terá pela frente mais do que um problema administrativo, pois vai mexer com interesses de empresas que pagaram cerca de R$ 5,8 milhões da sua campanha ao Palácio dos Bandeirantes, de acordo com a Justiça Eleitoral.
Pelas prestações de contas divulgadas no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), metade das empresas que venceram as licitações suspeitas doou ao comitê financeiro do governador eleito. O valor total das doações - R$ 5.815.000 - corresponde a 17% dos R$ 34.221.236,96 oficialmente arrecadados por Alckmin durante todo o período eleitoral.
Só a Camargo Corrêa, que participa do consórcio vencedor do lote 3, doou R$ 2,5 milhões ao comitê financeiro de Alckmin. OAS (R$ 1 milhão), Andrade Gutierrez (R$ 500 mil), Mendes Junior (R$ 1,2 milhão), Triunfo (R$ 215 mil) e Carioca (R$ 400 mil) completam a lista de construtoras que contribuíram para eleger o tucano.
Há também as chamadas “doações ocultas”, quando as empresas doam ao partido e estes, por sua vez, repassam às campanhas. Só ao PSDB de São Paulo foram quase R$ 6,5 milhões de empreiteiras suspeitas de fraude na licitação da linha 5. Nestes casos, porém, não há como identificar quanto desse valor foram usados na campanha de Alckmin.
Na lista de construtoras que repassaram dinheiro ao partido estão também os vencedores do lote 2 da linha 5 do metrô –Serveng e Galvão Engenharia -, que tiveram sua proposta rejeitada em abril deste ano pelo Metrô. A justificativa da companhia para a medida estava relacionada ao preço das obras.
Também doaram ao PSDB paulista a OAS (R$ 600 mil), Queiróz Galvão (R$ 1,35 milhão), Mendes Junior (R$ 200 mil) e Carioca (R$ 346.700).
O deputado estadual Major Olímpio Gomes (PDT-SP), que propôs uma CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo para investigar um possível conluio entre as empreiteiras e agentes públicos, diz que o valor doado durante a campanha esconde interesses.
O governo de São Paulo suspendeu temporariamente na última semana as obras da linha 5 (lilás) do Metrô. A medida foi tomada após o jornal Folha de S.Paulo divulgar que os vencedores da licitação de cinco lotes das obras eram conhecidos há pelo menos seis meses.
Goldman pediu também a abertura de uma investigação no Ministério Público Estadual e que a Corregedoria Geral da Administração realize uma investigação junto ao Metrô para apurar o caso, além de solicitar que a empresa apure a denúncia.
Esta, no entanto, não será a primeira vez que o Ministério Público investiga irregularidades envolvendo contratos do Metrô de SP. Em 2008, o órgão viu suspeitas de pagamento de propina em acordos feitos com a Alstom. O caso também foi investigado durante CPI na Alesp, mas o relatório final foi aprovado sem pedidos de indiciamentos.
Outro lado
Procuradas pela reportagem, a Andrade Gutierrez, a Camargo Corrêa e a Carioca disseram, por meio da suas assessorias, que as doações a partidos políticos e às campanhas foram feitas de acordo com a legislação vigente e com as normas do TSE. As demais empresas citadas não retornaram o contato até a publicação da notícia. A reportagem não conseguiu entrar em contato com a Serveng e com a Queiroz Galvão.
Em nota, o Metrô disse que “desconhece acerto entre empreiteiras” e que “nos processos licitatórios, o Metrô tem de garantir o menor preço e a melhor qualidade técnica". A empresa afirmou ainda que "todas as licitações são feitas de acordo com a lei 8.666 e o Tribunal de Contas do Estado em fevereiro de 2009 analisou e deu parecer favorável ao mesmo, e permanece a disposição para prestar esclarecimentos e reafirma que o resultado da licitação da linha 5 obteve preço abaixo dos ofertados no certame revogado”.
Questionadas sobre as doações e como o novo governo vai tratar o assunto, a assessoria de imprensa de Alckmin também não retornou o contato até a publicação da matéria.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Comentários Políticos: LIBERDADE DE IMPRENSA
Diante do discurso de Dilma e das posições firmes do governo Lula sobre o assunto, a grande mídia nacional não pode clamar por liberdade de imprensa junto ao PT e muito menos ao Presidente Lula. Deve fazê-lo a Aécio Neves e sua irmã Andréa, José Serra, FHC e ao PSDB, sem se esquecer, porém, que quem vende o próprio silêncio adquire apenas o direito de ficar calado.
Jeferson M. Soares
Ribeirão das Neves-MG
Jeferson M. Soares
Ribeirão das Neves-MG
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Comentários Políticos: ACABOU OU ESTÁ APENAS COMEÇANDO?
Acabou o tormento e está começando um novo.
Não existe imprensa livre no Brasil e talvez em todo o planeta também não. Não são apenas os governos que conferem liberdade à imprensa. Os profissionais e os donos da mídia são os principais responsáveis pela própria liberdade. Assim é que durante a ditadura militar, mesmo amordaçada a imprensa se sentia livre para brigar, denunciar, e se valeu de artificios inteligentes para burlar os censores. Mas e hoje?
Na medida em que os interesses financeiros são colocados à frente das noticias, a própria imprensa se tornou dependente e amordaçada. Quando inventa, cria fatos, mente despudoradamente e se coloca ao lado da classe economica dominante, deixa de ser livre. Deixa de ser liberta. É o que vemos no Brasil de hoje. Toda a mídia nacional está alinhada contra o governo popular de Lula, e não tenham duvida que assim também será nos próximos 4 anos.
Vejam hoje nos principais jornais e noticiários televisisos Os destaques que serão dados aos pronunciamentos de Dilma e Serra após o resultado das eleições. Enquanto Dilma fez um discurso de estadista , Serra o fez de um derrotado amargurado, invejoso, acenando para uma vingança breve(tanto que terminou dizendo "um até breve"- aliás, com isto está tentando mais uma vez afastar Aécio Neves da próxima disputa). Mas a imprensa não verá dessa forma, claro, para ela quem fez o discurso de estadista foi Serra.
No cardápio das estratégias para tentar derrubar o governo de Dilma ou não permitir sua reeleição daqui a 4 anos, a imprensa apresentou seu primeiro prato. A partir de hoje vão enaltecer cada dia mais a figura do presidente Lula, fazendo com que ele cresça ainda mais na aceitação popular, de tal forma que Dilma nunca consiga alcançar seus indices de aprovação. É o reinicio da sordidez.
Dilma foi muito feliz quando disse que prefere o barulho de uma imprensa livre que o silencio das ditaduras. Brilhante! Colocou a imprensa e seus profissionais numa saia justa interessante, mas considerando que só se sente constrangido quem tem caráter, não acredito que a mídia nacional vá vestir a carapuça e passar a realmente se libertar dos laços econômicos que a prende. Aqui como nos Estados Unidos da América, principalmente, quem dá as cartas na mídia é o neoliberalismo para quem quanto pior melhor, desde que o deles esteja preservado.
Jeferson M. Soares
Em tempo: aguardo curioso como será a chamada de capa da próxima "Veja".
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domingo, 31 de outubro de 2010
Comentários Políticos: CARTA ABERTA AOS IRMÃOS PROTESTANTES(EVANGÉLICOS)
Os cristãos brasileiros, e também os não cristãos, viviam num universo repleto de injustiças, e apesar de lutarem para que houvesse justiça, diante de tantos juizes injustos, suas batalhas eram sufocadas pelas classes dominantes ( mídia à frente ).
Amós(cap 5, versículo 12) o profeta da justiça social, criticava juizes que " exploravam os justos, aceitavam subornos e enganavam os necessitados nos tribunais", pois Deus queria, dizia ele, " ver brotar o direito como água e correr a justiça como um riacho que não seca jamais"(versículo 24 do mesmo capitulo).
Enquanto isso, no novo testamento, Jesus proclamava " bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados"(Mateus cap.5 versículo 6).
Qual justiça os mais necessitados obtiveram nestes pouco mais de 500 anos de Brasil descoberto? Perseguições, erros humanos, mortes, desrespeito aos direitos, esquecimento, etc.. No entanto, Deus quer a vida, a paz, o amor e, principalmente, a justiça pois o mundo só será melhor se houver justiça, sempre. Mas a justiça não acontece de forma automática ou cai pronta do céu. Há que ser construída e conquistada, pouco a pouco, com paciência, despojamento e serenidade.
Nossa missão é ter fome e sede de justiça. Todas as outras virtudes humanas estão compreendidas dentro da justiça. Tudo começa pela justiça.
Esse foi o fio da meada do presidente Lula desde que assumiu o governo: justiça, justiça social, amparo aos mais carentes, melhor distribuição da riqueza nacional. O cuidado com o outro. O respeito para com o outro.
No entanto, desonestos perseveraram. Por isto Lula aparelhou física e materialmente a policia federal no sentido de coibir todo e qualquer ato ilícito, venha de onde vier. Foi até preciso cortar na própria carne , mas foi feito.
Neste oito anos de governo a mídia bateu no governo Lula não como se bate na cangalha para não ferir o carregador , mas com a nítida intenção de eliminá-lo. Mas foi muito bom para o governo. Afinal das contas a justiça ia sendo feita, como desejava Amós.
Não preciso aqui citar os méritos do governo Lula. Não preciso citar as conquistas dos cristãos e não cristãos durante o governo Lula. É publico e notório todas elas.
Veio agora a sucessão e Lula indica Dilma. Sua ministra mais eficiente. Sua colaboradora mais próxima. Lula sabe que Dilma Roussef vai continuar fazendo o país crescer e o povo de Deus deste país vai continuar tendo mais justiça. Como queria Amós e como determina Nosso Senhor Jesus Cristo.
Mas a sórdida oposição não quer permitir que o povo continue avançando. Por que eu digo sórdida? Porque a oposição a Lula não o é firmada em projetos melhores para o país. Faz oposição com os olhos voltados apenas para projetos pessoais. Vaidade! A oposição tem a mão aberta para receber e fechada para dar(eclesiástico, cap.4 versículo 36). Vaidade das vaidades, tudo é vaidade(eclesiastes, prólogo).Só vaidade.
Na sua torpeza, em busca do poder pelo poder, a oposição lança inverdades sobre o caráter de Dilma Roussef, uma cristã temente a Deus, que acaba de assinar um documento dando conta de suas convicções pela preservação da vida, da moral e dos bons costumes.
Apoiada na mídia encabrestada pelo dinheiro fácil, a oposição esconde sua verdadeira face. Mas a máscara vai caindo aos poucos, graças a esse milagre da internet que faz as notícias correrem mais que o vento.
Grassam denúncias de corrupção, de malversação do dinheiro público, de desvios de conduta, nos governos tucanos e democratas( que piada! um partido que até então havia sido leal à ditadura militar e à direita mais retrógrada, tornar-se um partido democrata, da noite para o dia.piada de péssimo gosto).
O candidato da oposição tem muito a esconder enquanto que os membros do governo Lula nada escondem, não têm a mídia a seu favor, pelo contrário.
O candidato da oposição tem a esconder, além das mazelas de sua passagem pela politica em São Paulo , que a internet vem denunciando, o fato de que sua mulher, Monica Serra, praticou aborto, quando ambos ainda moravam no Chile.ela é chilena. tenta também esconder que sua filha, Verônica, se associou à irmã de Daniel Dantas(aquele banqueiro estelionatário) para montar uma empresa fantasma nos EUA. Tem muito mais a esconder o candidato da oposição, da direita e da burguesia nacionais.
Mas entendo que Lula sabe que há tempo para tudo. "Tempo para nascer e para morrer. Tempo para plantar e tempo para colher. Tempo para demolir e tempo para construir. Tempo para guardar e tempo para jogar fora. Tempo para a guerra e tempo para a paz"(Eclesiastes, cap3).
Nós cristãos, porém, não podemos nos apartar das palavras de Amós e do próprio Jesus. Devemos continuar em busca de mais justiça. Não nos esqueçamos do livro da sabedoria, capitulo 5, versículos do 14 ao 23 - Deus protege e vinga os justos. Cito especialmente o versículo 18 que diz que o justo " tomará por couraça a justiça, e por capacete a integridade no julgamento". Eu confio no julgamento dos irmãos e irmãs em Cristo. Amém.
Peço a quem conheça um irmão protestante, que leve a ele essa singela mensagem. Deus os abençoe.
Jeferson M. Soares
Ribeirão das Neves - MG
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sábado, 30 de outubro de 2010
Comentários Políticos: O Bom Velhinho e a Bruxa Malvada
O bom velhinho José Serra não veste vermelho, cor que ele acredita dar má sorte. veste azul, da cor do céu, uma das cores da Bandeira Nacional, das penas de um tucano, da camisas de alguns bons times de futebol(apesar de ser palmeirense). Nas costas o bom velhinho carrega um saco. Presentes para o povo brasileiro: desvalorização do Real; saída do Mercosul e entrada na Alca; venda do pré-sal e da Petrobrás para o capital estrangeiro-de preferência estadunidense; corte de relações com Cuba, Irã, Venezuela, Bolívia e Equador; privatizações a torto e à direito - sempre para a direita; permissão de bases dos EUA no território Nacional; reforma da previdência - com evidentes prejuízos para os aposentados,essa raça de gente preguiçosa; reforma tributária, com mais tributos para essa raça de gente que gosta de trabalhar; retorno do FMI ao país - alguém precisa nos orientar ora bolas; criação do PAC -Programa de Aceleração do Caos; acabar com essa bobagem de bolsa disso, bolsa daquilo-afinal o povo não precisa de esmolas, nem de emprego, mas de sub-emprego; ministérios para próceres como Roberto Jefferson, Arthur Virgílio e Tasso Jereissaati - coitados não foram reeleitos; distribuição de caixas de remédios genéricos, vazias, para que o povo decore o nome deles; distribuição de vultuosas somas à mídia amiga e camarada e mais um pacote recheado de boas ações como as citadas acima.
Já a bruxa malvada, veste vermelho por convicção, cor que ela acredita ser a mesma do sangue do trabalhador brasileiro, despojado até há oito anos de seu direito à cidadania, a qual começou a reconquistar a partir de 2003.
A bruxa malvada vai fazer tudo ao contrário do bom velhinho, que só veste azul do céu de anil, por isto mesmo a turma do bom velhinho a chama de malvada.
Se você acredita em bons velhinhos com saco de presentes e em bruxa malvada, vote no bom velhinho, mas se você acredita que a bruxa malvada não é bruxa tão malvada, então vote nela. A opção é sua e de sua inteligência.
Jeferson M. Soares
Já a bruxa malvada, veste vermelho por convicção, cor que ela acredita ser a mesma do sangue do trabalhador brasileiro, despojado até há oito anos de seu direito à cidadania, a qual começou a reconquistar a partir de 2003.
A bruxa malvada vai fazer tudo ao contrário do bom velhinho, que só veste azul do céu de anil, por isto mesmo a turma do bom velhinho a chama de malvada.
Se você acredita em bons velhinhos com saco de presentes e em bruxa malvada, vote no bom velhinho, mas se você acredita que a bruxa malvada não é bruxa tão malvada, então vote nela. A opção é sua e de sua inteligência.
Jeferson M. Soares
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Comentários Políticos: Respota a Carta aberta a Fernando Henrique Cardoso
Editor CartaCapital 26 de outubro de 2010 às 16:27h
Economia
O professor Emérito da Universidade Federal Fluminense Theotonio dos Santos responde a carta aberta que o Fernando Henrique Cardoso dirigiu ao presidente Lula.
Meu caro Fernando,
Vejo-me na obrigação de responder à carta aberta que você dirigiu ao Lula, em nome de uma velha polêmica que você e o José Serra iniciaram em 1978 contra o Rui Mauro Marini, eu, André Gunder Frank e Vânia Bambirra, rompendo com um esforço teórico comum que iniciamos no Chile na segunda metade dos nos 1960. A discussão agora não é entre os cientistas sociais e sim a partir de uma experiência política que reflete contudo este debate teórico. Esta carta assinada por você como ex-presidente é uma defesa muito frágil teórica e politicamente de sua gestão. Quem a lê pode compreender porque você saiu do governo com 23% de aprovação enquanto Lula deixa o seu governo com 96% de aprovação. Já discutimos em várias oportunidades os mitos que se criaram em torno dos chamados êxitos do seu governo. Já no seu governo vários estudiosos discutimos o inevitável caminho de seu fracasso junto à maioria da população. Pois as premissas teóricas em que baseava sua ação política eram profundamente equivocadas e contraditórias com os interesses da maioria da população. (Se os leitores têm interesse de conhecer o debate sobre estas bases teóricas lhe recomendo meu livro já esgotado: Teoria da Dependencia: Balanço e Perspectivas, Editora Civilização Brasileira, Rio, 2000).
Contudo nesta oportunidade me cabe concentrar nos mitos criados em torno do seu governo, os quais você repete exaustivamente nesta carta aberta.
O primeiro mito é de que seu governo foi um êxito econômico a partir do fortalecimento do real e que o governo Lula estaria apoiado neste êxito alcançando assim resultados positivos que não quer compartilhar com você… Em primeiro lugar vamos desmistificar a afirmação de que foi o plano real que acabou com a inflação. Os dados mostram que até 1993 a economia mundial vivia uma hiperinflação na qual todas as economias apresentavam inflações superiores a 10%. A partir de 1994, TODAS AS ECONOMIAS DO MUNDO APRESENTARAM UMA QUEDA DA INFLAÇÃO PARA MENOS DE 10%. Claro que em cada país apareceram os "gênios" locais que se apresentaram como os autores desta queda. Mas isto é falso: tratava-se de um movimento planetário.
No caso brasileiro, a nossa inflação girou, durante todo seu governo, próxima dos 10% mais altos. TIVEMOS NO SEU GOVERNO UMA DAS MAIS ALTAS INFLAÇÕES DO MUNDO. E aqui chegamos no outro mito incrível. Segundo você e seus seguidores (e até setores de oposição ao seu governo que acreditam neste mito) sua política econômica assegurou a transformação do real numa moeda forte. Ora Fernando, sejamos cordatos: chamar uma moeda que começou em 1994 valendo 0,85 centavos por dólar e mantendo um valor falso até 1998, quando o próprio FMI exigia uma desvalorização de pelo menos uns 40% e o seu ministro da economia recusou-se a realizá-la "pelo menos até as eleições", indicando assim a época em que esta desvalorização viria e quando os capitais estrangeiros deveriam sair do país antes de sua desvalorização, O fato é que quando você flexibilizou o câmbio o real se desvalorizou chegando até a 4,00 reais por dólar. E não venha por a culpa na "ameaça petista" pois esta desvalorização ocorreu muito antes da "ameaça Lula". ORA, UMA MOEDA QUE SE DESVALORIZA 4 VEZES EM 8 ANOS PODE SER CONSIDERADA UMA MOEDA FORTE? Em que manual de economia? Que economista respeitável sustenta esta tese?
Conclusões: O plano real não derrubou a inflação e sim uma deflação mundial que fez cair as inflações no mundo inteiro. A inflação brasileira continuou sendo uma das maiores do mundo durante o seu governo. O real foi uma moeda drasticamente debilitada. Isto é evidente: quando nossa inflação esteve acima da inflação mundial por vários anos, nossa moeda tinha que ser altamente desvalorizada. De maneira suicida ela foi mantida artificialmente com um alto valor que levou à crise brutal de 1999.
Segundo mito: Segundo você, o seu governo foi um exemplo de rigor fiscal. Meu Deus: um governo que elevou a dívida pública do Brasil de uns 60 bilhões de reais em 1994 para mais de 850 bilhões de dólares quando entregou o governo ao Lula, oito anos depois, é um exemplo de rigor fiscal? Gostaria de saber que economista poderia sustentar esta tese. Isto é um dos casos mais sérios de irresponsabilidade fiscal em toda a história da humanidade.
E não adianta atribuir este endividamento colossal aos chamados "esqueletos" das dívidas dos estados, como o fez seu ministro de economia burlando a boa fé daqueles que preferiam não enfrentar a triste realidade de seu governo. UM GOVERNO QUE CHEGOU A PAGAR 50% AO ANO DE JUROS POR SEUS TÍTULOS, PARA EM SEGUIDA DEPOSITAR OS INVESTIMENTOS VINDOS DO EXTERIOR EM MOEDA FORTE A JUROS NORMAIS DE 3 A 4%, NÃO PODE FUGIR DO FATO DE QUE CRIOU UMA DÍVIDA COLOSSAL SÓ PARA ATRAIR CAPITAIS DO EXTERIOR PARA COBRIR OS DÉFICITS COMERCIAIS COLOSSAIS GERADOS POR UMA MOEDA SOBREVALORIZADA QUE IMPEDIA A EXPORTAÇÃO, AGRAVADA AINDA MAIS PELOS JUROS ABSURDOS QUE PAGAVA PARA COBRIR O DÉFICIT QUE GERAVA. Este nível de irresponsabilidade cambial se transforma em irresponsabilidade fiscal que o povo brasileiro pagou sob a forma de uma queda da renda de cada brasileiro pobre. Nem falar da brutal concentração de renda que esta política agravou dráticamente neste pais da maior concentração de renda no mundo. VERGONHA FERNANDO. MUITA VERGONHA. Baixa a cabeça e entenda porque nem seus companheiros de partido querem se identificar com o seu governo…te obrigando a sair sozinho nesta tarefa insana.
Terceiro mito : Segundo você, o Brasil tinha dificuldade de pagar sua dívida externa por causa da ameaça de um caos econômico que se esperava do governo Lula. Fernando, não brinca com a compreensão das pessoas. Em 1999 o Brasil tinha chegado à drástica situação de ter perdido TODAS AS SUAS DIVISAS. Você teve que pedir ajuda ao seu amigo Clinton que colocou à sua disposição ns 20 bilhões de dólares do tesouro dos Estados Unidos e mais uns 25 BILHÕES DE DÓLARES DO FMI, Banco Mundial e BID. Tudo isto sem nenhuma garantia.
Esperava-se aumentar as exportações do país para gerar divisas para pagar esta dívida. O fracasso do setor exportador brasileiro mesmo com a espetacular desvalorização do real não permitiu juntar nenhum recurso em dólar para pagar a dívida. Não tem nada a ver com a ameaça de Lula. A ameaça de Lula existiu exatamente em conseqüência deste fracasso colossal de sua política macro-econômica. Sua política externa submissa aos interesses norte-americanos, apesar de algumas declarações críticas, ligava nossas exportações a uma economia decadente e um mercado já ocupado. A recusa dos seus neoliberais de promover uma política industrial na qual o Estado apoiava e orientava nossas exportações. A loucura do endividamento interno colossal. A impossibilidade de realizar inversões públicas apesar dos enormes recursos obtidos com a venda de uns 100 bilhões de dólares de empresas brasileiras. Os juros mais altos do mundo que inviabilizava e ainda inviabilizam a competitividade de qualquer empresa.
Enfim, UM FRACASSO ECONOMICO ROTUNDO que se traduzia nos mais altos índices de risco do mundo, mesmo tratando-se de avaliadoras amigas. Uma dívida sem dinheiro para pagar… Fernando, o Lula não era ameaça de caos. Você era o caos. E o povo brasileiro correu tranquilamente o risco de eleger um torneiro mecânico e um partido de agitadores, segundo a avaliação de vocês, do que continuar a aventura econômica que você e seu partido criou para este pais.
Gostaria de destacar a qualidade do seu governo em algum campo mas não posso fazê-lo nem no campo cultural para o qual foi chamado o nosso querido Francisco Weffort (então secretário geral do PT) e não criou um só museu, uma só campanha significativa. Que vergonha foi a comemoração dos 500 anos da "descoberta do Brasil". E no plano educacional onde você não criou uma só universidade e entou em choque com a maioria dos professores universitários sucateados em seus salários e em seu prestígio profissional. Não, Fernando, não posso reconhecer nada que não pudesse ser feito por um medíocre presidente.
Lamento muito o destino do Serra. Se ele não ganhar esta eleição vai ficar sem mandato, mas esta é a política. Vocês vão ter que revisar profundamente esta tentativa de encerrar a Era Vargas com a qual se identifica tão fortemente nosso povo. E terão que pensar que o capitalismo dependente que São Paulo construiu não é o que o povo brasileiro quer. E por mais que vocês tenham alcançado o domínio da imprensa brasileira, devido às suas alianças internacionais e nacionais, está claro que isto não poderia assegurar ao PSDB um governo querido pelo nosso povo. Vocês vão ficar na nossa história com um episódio de reação contra o verdadeiro progresso que Dilma nos promete aprofundar. Ela nos disse que a luta contra a desigualdade é o verdadeiro fundamento de uma política progressista. E dessa política vocês estão fora.
Apesar de tudo isto, me dá pena colocar em cheque tão radical uma velha amizade. Apesar deste caminho tão equivocado, eu ainda gosto de vocês ( e tenho a melhor recordação de Ruth) mas quero vocês longe do poder no Brasil. Como a grande maioria do povo brasileiro. Poderemos bater um papo inocente em algum congresso internacional se é que vocês algum dia voltarão a freqüentar este mundo dos intelectuais afastados das lides do poder.
Com a melhor disposição possível mas com amor à verdade, me despeço.
Theotonio Dos Santos
Theotonio Dos Santos é Professor Emérito da Universidade Federal Fluminense, Presidente da Cátedra da UNESCO e da Universidade das Nações Unidas sobre economia global e desenvolvimentos sustentável. Professor visitante nacional sênior da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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Comentários Políticos: FHC Falastrão
terça-feira, 19 de outubro de 2010 Laerte Braga: ‘FHC diz a americanos que domou Aécio e que Nordeste não vai vencer São Paulo’Os demais investidores, em sua maioria, deixaram o hotel na terça após o café da manhã. A conversa oficial de FHC com os empresários ocorreu na noite de domingo em um jantar cercado de toda a segurança possível e fechado à imprensa. Ato contínuo ao jantar o ex-presidente, em conversa informal com os investidores disse, entre outras coisas, que o “Aécio está domado. É só um menino que acha que pode ser presidente por ser neto de Tancredo. É neto, não é Tancredo”. FHC procurou afastar os receios dos investidores em relação às pesquisas que indicam vitória maciça de Dilma Rousseff no Nordeste. “Com o Aécio neutralizado o Nordeste não conseguirá derrotar São Paulo e Minas”. E acrescentou – “as coisas no Brasil hoje não se decidem em Brasília, nem no Nordeste, mas em São Paulo. Lá está a locomotiva, o resto da composição vem atrás sem poder contestar”. Sobre os escândalos do governo José “FHC” Serra, principalmente o último, envolvendo o engenheiro Paulo Preto, Fernando Henrique Cardoso disse que “essa figura é um arranjo do Aloísio [referia-se a Aloísio Nunes, senador eleito do PSDB paulista], mas já está controlado. Coisa do Aloísio e da filha do Serra, a imprensa não vai tratar disso por muito tempo, está sob nosso controle”. Segundo FHC, “o Serra vai continuar mantendo essa postura nos debates, ele sabe fazer bem esse jogo, e na última semana a mídia vai aumentar o tom das denúncias contra Dilma. Temos o apoio de alguns bispos e o povo brasileiro é muito influenciável em se tratando de religião. O D. Luís está disposto a tudo, é nosso sem limites, é amigo íntimo do Alckmin. A descoberta da gráfica foi um golpe de sorte do PT, um vacilo da nossa segurança”. O receio da influência de Tarso Genro no Rio Grande do Sul, foi eleito governador já no primeiro turno, também foi objeto de comentário do ex-presidente. “Vocês já notaram que quase não existe gaúcho negro? O eleitorado lá é branco em sua grande maioria e vai votar conosco”. Marina Silva, na opinião de FHC “está fadada a ser uma nova Heloísa Helena, vai acabar sendo vereadora. O encanto do primeiro turno terminou, foi ajudada pelos nossos para forçar o segundo turno”. Para o ex-presidente a privatização de Itaipu, Banco do Brasil e Petrobras “deve ser tratada com calma e paciência, vamos ter que contornar algumas dificuldades com militares e é preciso ir amaciando esse pessoal com calma” E sobre bases militares norte-americanas no Brasil. “É o assunto mais delicado. Um tema explosivo, mas temos alguns apoios nas forças armadas e vamos ter que negociar esse assunto com muito tato”. Perguntado sobre as reações de sindicatos, centrais sindicais, da população em geral contra a entrega da Petrobras, o ex-presidente afirmou que à época que privatizou a Vale do Rio Doce enfrentou essas resistências “com polícia na rua e pronto”. “O brasileiro é passivo não vai lutar por muito tempo contra a força do governo”. FHC falou ainda sobre a possibilidade de ressuscitar a ideia da ALCA – Aliança de Livre Comércio das Américas – “com outro nome, esse ficou marcado negativamente”. |
Para FHC “quando um brasileiro nasce já começa a sonhar com São Paulo. Não precisam se preocupar com o resto do Brasil, muito menos com Minas Gerais. Foi-se o tempo que os mineiros decidiam alguma coisa na política brasileira. São Paulo hoje é a capital real do Brasil”.
Fernando Henrique jactou-se que fosse ele o candidato e já teria liquidado a fatura a mais tempo. “Serra não é Fernando Henrique, costuma se perder em algumas coisas e não sabe absorver golpes, fica irado e acaba criando problemas desnecessários. Mas vou estar por trás e asseguro cada compromisso que assumi aqui.”
“Lula não tem coragem de debater comigo. É um analfabeto, não passa de um pobretão que virou presidente num golpe de sorte. Acabou o tempo dele. Não vai eleger Dilma e vai terminar seus dias no ostracismo”.
Foi o arremate do acordo que selou a entrega do Brasil.
Breve nas telas, se José “FHC” Serra virar presidente, BRAZIL. Com “Z” assim e todos falando inglês.
FHC vai ser nomeado supremo sacerdote do novo País.
Fonte: Diário Liberdade
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Comentarios Politicos: Celso Bandeira de Mello PUC-SP
DEPOIMENTO EM APOIO A DILMA...VEJA, OUÇA E REPASSE. Jeferson M. Soares
http://www.youtube.com/watch?v=_xxOsbI5sek&feature=player_embedded#
http://www.youtube.com/watch?
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Comentarios Politicos: O PROTAGONISMO BRASILEIRO
O crescente protagonismo brasileiro no concerto das nações confirma as amplas potencialidades de nossa promissora nação. exercendo papel de liderança na américa latina, tendo em vista especialmente suas dimensões e coesão nacional, retomamos o melhor de nossa tradição progressista de uma política externa independente,inaugurada com o patriarca José Bonifácio e continuada em sua fase mais avançada e recente, com figuras como Afonso Arinos, San Thiago Dantas e Araújo Castro.
O presidente Lula retomou os caminhos da inteira liberdade nacional, depois de décadas de subserviência aos EUA sem, no entanto, prescindir da amizade e cordialidade, traços que nos unem hà séculos.
Em condições de um governo patriótico e democrático, o protagonismo brasileiro é benigno, não intenciona subjugar nenhum outro povo ou nação. as raras exceções em nossa história em que essa regra não se confirma, são nos momentos de clara subordinação ao domínio hemisférico estadunidense. Como no governo que antecedeu Lula, que queria retirar o Brasil do Mercosul e alinhá-lo à Alça. Essa aliança aliás em nada contribuiu, pelo contrário, no combate à crise financeira que assola México, EUA e Canadá.
No entanto, estamos incomodando os interesses estadunidenses. no quadro atual, há pelo menos duas iniciativas de vulto que trazem constrangimentos à união sul americana e ao papel do Brasil: a reconstituição da 4ª frota naval estadunidense, apoiada em bases norte-americanas em pelo menos sete ilhas inglesas defrontando nossa costa atlântica, e o novo acordo militar Colômbia-Estados Unidos. Esses movimentos representam literalmente um cerco às fronteiras brasileiras, um a leste e outro a oeste, de olho principalmente na Amazônia e nas enormes reservas de petróleo do pré-sal.
Diante do preocupante cenário de cerco estratégico, o presidente lula manifestou em diversas ocasiões a relação entre a 4ª frota e a descoberta do pré-sal num contexto em que os EUA não reconhecem a soberania brasileira sobre nossa plataforma continental. Assim, Lula lançou no final de 2008, o programa "Estratégia Nacional de Defesa", documento "doutrinário" que atualiza as ameaças à soberania brasileira e traça um conjunto de desafios para o reposicionamento da defesa nacional no contexto de um mundo em mudança, considerando principalmente que as novas bases militares estadunidenses na Colômbia são motivo de real preocupação das forças armadas brasileiras.Com isso, a FAB, recentemente anunciou o estabelecimento de uma base aérea, com mais de uma dezena de caças F-5e em Manaus, transferindo o contingente antes estacionado em Natal. Também o exército já deslocara, há poucos anos, batalhões completos do sul do país para a Amazônia e planeja mais do que dobrar os postos de fronteira. Nesta mesma direção está a importante decisão da marinha de criar a 2ª esquadra na Foz do Rio Amazonas. A primeira esquadra, fundeada no rio, foi criada ainda no governo Floriano Peixoto.
Não há uma corrida armamentista na américa latina. O que ocorre é uma modernização das forças armadas da região. Daí a efetivação do acordo Brasil-França para a compra de caças Rafale além de possibilitar à nossa marinha saltar etapas tecnológicas e construir a estrutura de um submarino à propulsão nuclear em alguns anos.
Lula, em constantes conversas com os comandantes militares e o ministério da defesa, está reformulando nosso pensamento estratégico e geopolítico, aprofundando a construção de um polo de nações independentes, não-subordinadas à potências extrarregionais, numa zona de paz, com projetos nacionais compartilhados visando ao desenvolvimentismo.
Mais que nunca cabe-nos não abandonar esse projeto.
Jeferson M. Soares
fonte: Revista Principios , edições de Agosto a Dezembro/2009
O presidente Lula retomou os caminhos da inteira liberdade nacional, depois de décadas de subserviência aos EUA sem, no entanto, prescindir da amizade e cordialidade, traços que nos unem hà séculos.
Em condições de um governo patriótico e democrático, o protagonismo brasileiro é benigno, não intenciona subjugar nenhum outro povo ou nação. as raras exceções em nossa história em que essa regra não se confirma, são nos momentos de clara subordinação ao domínio hemisférico estadunidense. Como no governo que antecedeu Lula, que queria retirar o Brasil do Mercosul e alinhá-lo à Alça. Essa aliança aliás em nada contribuiu, pelo contrário, no combate à crise financeira que assola México, EUA e Canadá.
No entanto, estamos incomodando os interesses estadunidenses. no quadro atual, há pelo menos duas iniciativas de vulto que trazem constrangimentos à união sul americana e ao papel do Brasil: a reconstituição da 4ª frota naval estadunidense, apoiada em bases norte-americanas em pelo menos sete ilhas inglesas defrontando nossa costa atlântica, e o novo acordo militar Colômbia-Estados Unidos. Esses movimentos representam literalmente um cerco às fronteiras brasileiras, um a leste e outro a oeste, de olho principalmente na Amazônia e nas enormes reservas de petróleo do pré-sal.
Diante do preocupante cenário de cerco estratégico, o presidente lula manifestou em diversas ocasiões a relação entre a 4ª frota e a descoberta do pré-sal num contexto em que os EUA não reconhecem a soberania brasileira sobre nossa plataforma continental. Assim, Lula lançou no final de 2008, o programa "Estratégia Nacional de Defesa", documento "doutrinário" que atualiza as ameaças à soberania brasileira e traça um conjunto de desafios para o reposicionamento da defesa nacional no contexto de um mundo em mudança, considerando principalmente que as novas bases militares estadunidenses na Colômbia são motivo de real preocupação das forças armadas brasileiras.Com isso, a FAB, recentemente anunciou o estabelecimento de uma base aérea, com mais de uma dezena de caças F-5e em Manaus, transferindo o contingente antes estacionado em Natal. Também o exército já deslocara, há poucos anos, batalhões completos do sul do país para a Amazônia e planeja mais do que dobrar os postos de fronteira. Nesta mesma direção está a importante decisão da marinha de criar a 2ª esquadra na Foz do Rio Amazonas. A primeira esquadra, fundeada no rio, foi criada ainda no governo Floriano Peixoto.
Não há uma corrida armamentista na américa latina. O que ocorre é uma modernização das forças armadas da região. Daí a efetivação do acordo Brasil-França para a compra de caças Rafale além de possibilitar à nossa marinha saltar etapas tecnológicas e construir a estrutura de um submarino à propulsão nuclear em alguns anos.
Lula, em constantes conversas com os comandantes militares e o ministério da defesa, está reformulando nosso pensamento estratégico e geopolítico, aprofundando a construção de um polo de nações independentes, não-subordinadas à potências extrarregionais, numa zona de paz, com projetos nacionais compartilhados visando ao desenvolvimentismo.
Mais que nunca cabe-nos não abandonar esse projeto.
Jeferson M. Soares
fonte: Revista Principios , edições de Agosto a Dezembro/2009
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Comentarios Politicos: Paulo Preto e os cofres de José Serra
Paulo Preto veio à tona – como se fosse a lama acumulada no fundo de uma represa, e que repentinamente sobe à superfície.
Quem trouxe Paulo Preto à tona foi Dilma Rousseff, no debate da “Band”. Poucos meses antes, o engenheiro (um ex-funcionário da estatal paulista Dersa, que administra e constrói rodovias) aparecera em reportagens discretas de duas revistas (“Veja” e “Época”), tratado como “homem-bomba” dos tucanos. Teria arrecadado 4 milhões de reais, e sumido com a grana. Ele nega, mas alguns tucanos confirmam - como veremos a seguir.
Dilma relembrou a história no debate de domingo. Serra preferiu não responder. Na segunda-feira, a Record trouxe o caso completo, em horário nobre, no “Jornal da Record”. O texto e o vídeo você encontra aqui.
A Globo escondeu a história: Ali Kamel prefere não mostrar Preto na tela. Também na segunda, Serra disse que não conhecia Paulo Preto.
Na terça-feira, dia 12 de outubro, enquanto os padres despejavam panfletos contra Dilma em Aparecida, Serra teve que mudar de idéia. Defendeu Paulo Preto – o tal que ele não conhecia.
Hum…
Por que Serra fez isso?
Porque Paulo Preto deu uma entrevista à “Folha”, e com sutileza de elefante em loja de cristais avisou ao PSDB: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”.
Hum…
Serra disse que não sabe quem é Paulo Preto. Entretanto... posa na foto com ele.
Paulo Preto, o homem que teria sumido com 4 milhões de reais do caixa dois de Serra, arrecadados de empreiteiras da DERSA, aparece bem na foto.
Foto publicada no blog do Nassif

Serra, Paulo Preto e o Secretário do Planejamento
Francisco Luna na inauguração do Rodoanel
Blog de Luis Nassif
Serra e Paulo Preto - 2
Enviado por luisnassif, ter, 12/10/2010 - 14:42
Por Annita Clayton
Na foto:Serra e Paulo Preto

Nassif,
Para refrescar a memória de Serra, há uma foto dele ao lado de Paulo Preto (Paulo Vieira de Souza, que segura um jornal), na inauguração do trecho do Rodoanel em 30/10/2010. Está aqui: http://www.flickr.com/photos/robsonfonseca/4477209831/Paulo Preto estava no governo de São Paulo desde 2005. Foi o coordenador de obras viárias que enterraram o dinheiro de nós paulistas e eram prioritárias para Serra: Nova Marginal Tietê, Jacu-Pêssego e Rodoanel. Foi ele também que tentou explicar na TV o acidente no Rodoanel em 2009. Paulo Preto falou à TV sem consultar Serra? Serra não o conhecia? Desde 2005 jamais ouviu falar no homem que tocava suas obras prioritárias?
Serra está com Alzheimer?
"Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando". Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens". (Portal Terra)
Ameaça
Paulo Preto O homem que teria sumido com 4 milhões de reais do caixa dois de Serra, de empreiteiras da DERSA "mandou um recado", segundo a Folha:"Não se larga um líder ferido na estrada, não cometam esse erro"
"Não sei quem é Paulo Preto; é um factóide", diz Serra em GO
11 de outubro de 2010 • 17h28 • atualizado às 23h40
O tucano paulista disse que ficou surpreendido com a atitude de Dilma no debate da Band
Mirelle Irene
Direto de Goiânia
O candidato à presidência pelo PSDB, José Serra, disse na tarde desta segunda-feira (11), em Goiânia, que desconhece Paulo Vieira de Souza, ex-diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) na gestão tucana em São Paulo (conhecido como Paulo Preto), que teria sumido com R$ 4 milhões de campanha eleitoral - questionamento feito pela candidata petista Dilma Rousseff neste domingo (10) em debate promovido pela Rede Bandeirantes .
"Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando". Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens".
Durante entrevista, após uma caminhada pelas ruas do centro de Goiânia, Serra afirmou que ficou surpreendido com a atitude agressiva de sua adversária no debate. Serra lamentou a postura agressiva da petista no debate. "Campanha eleitoral é para discutir propostas, é para comparar os candidatos para eles apresentarem o que fizeram, o que vão fazer. Esse é o lado melhor da campanha eleitoral e não atacar reiteradamente a família de candidato", acusou.
Porém, mais tarde, no aeroporto da capital goiana, comentou que o tom de Dilma era uma das hipóteses que o PSDB esperava. "Ela foi treinada para dar declarações durante o debate", disse. Contudo, ele contestou que a candidata tenha pautado o encontro. "Eu teria feito um debate mais dentro de propostas, mas a gente está aí para o que vier".
Serra ainda comentou sobre a insistência de Dilma em falar sobre as privatizações realizadas pelos governos tucanos. Segundo ele, o PT trouxe o tema porque é um momento eleitoral. "Eles são o partido mais privatizante do País".
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4729669-EI15315,00-Nao+sei+quem+e+Paulo+Preto+e+um+factoide+diz+Serra+em+GO.html
Quem trouxe Paulo Preto à tona foi Dilma Rousseff, no debate da “Band”. Poucos meses antes, o engenheiro (um ex-funcionário da estatal paulista Dersa, que administra e constrói rodovias) aparecera em reportagens discretas de duas revistas (“Veja” e “Época”), tratado como “homem-bomba” dos tucanos. Teria arrecadado 4 milhões de reais, e sumido com a grana. Ele nega, mas alguns tucanos confirmam - como veremos a seguir.
Dilma relembrou a história no debate de domingo. Serra preferiu não responder. Na segunda-feira, a Record trouxe o caso completo, em horário nobre, no “Jornal da Record”. O texto e o vídeo você encontra aqui.
A Globo escondeu a história: Ali Kamel prefere não mostrar Preto na tela. Também na segunda, Serra disse que não conhecia Paulo Preto.
Na terça-feira, dia 12 de outubro, enquanto os padres despejavam panfletos contra Dilma em Aparecida, Serra teve que mudar de idéia. Defendeu Paulo Preto – o tal que ele não conhecia.
Hum…
Por que Serra fez isso?
Porque Paulo Preto deu uma entrevista à “Folha”, e com sutileza de elefante em loja de cristais avisou ao PSDB: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”.
Hum…
Serra disse que não sabe quem é Paulo Preto. Entretanto... posa na foto com ele.
Paulo Preto, o homem que teria sumido com 4 milhões de reais do caixa dois de Serra, arrecadados de empreiteiras da DERSA, aparece bem na foto.
Foto publicada no blog do Nassif

Serra, Paulo Preto e o Secretário do Planejamento
Francisco Luna na inauguração do Rodoanel
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Serra e Paulo Preto - 2
Enviado por luisnassif, ter, 12/10/2010 - 14:42
Por Annita Clayton
Na foto:Serra e Paulo Preto

Nassif,
Para refrescar a memória de Serra, há uma foto dele ao lado de Paulo Preto (Paulo Vieira de Souza, que segura um jornal), na inauguração do trecho do Rodoanel em 30/10/2010. Está aqui: http://www.flickr.com/photos/robsonfonseca/4477209831/Paulo Preto estava no governo de São Paulo desde 2005. Foi o coordenador de obras viárias que enterraram o dinheiro de nós paulistas e eram prioritárias para Serra: Nova Marginal Tietê, Jacu-Pêssego e Rodoanel. Foi ele também que tentou explicar na TV o acidente no Rodoanel em 2009. Paulo Preto falou à TV sem consultar Serra? Serra não o conhecia? Desde 2005 jamais ouviu falar no homem que tocava suas obras prioritárias?
Serra está com Alzheimer?
"Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando". Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens". (Portal Terra)
Ameaça
Paulo Preto O homem que teria sumido com 4 milhões de reais do caixa dois de Serra, de empreiteiras da DERSA "mandou um recado", segundo a Folha:"Não se larga um líder ferido na estrada, não cometam esse erro"
"Não sei quem é Paulo Preto; é um factóide", diz Serra em GO
11 de outubro de 2010 • 17h28 • atualizado às 23h40
O tucano paulista disse que ficou surpreendido com a atitude de Dilma no debate da Band
Mirelle Irene
Direto de Goiânia
O candidato à presidência pelo PSDB, José Serra, disse na tarde desta segunda-feira (11), em Goiânia, que desconhece Paulo Vieira de Souza, ex-diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) na gestão tucana em São Paulo (conhecido como Paulo Preto), que teria sumido com R$ 4 milhões de campanha eleitoral - questionamento feito pela candidata petista Dilma Rousseff neste domingo (10) em debate promovido pela Rede Bandeirantes .
"Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando". Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo "bobagens".
Durante entrevista, após uma caminhada pelas ruas do centro de Goiânia, Serra afirmou que ficou surpreendido com a atitude agressiva de sua adversária no debate. Serra lamentou a postura agressiva da petista no debate. "Campanha eleitoral é para discutir propostas, é para comparar os candidatos para eles apresentarem o que fizeram, o que vão fazer. Esse é o lado melhor da campanha eleitoral e não atacar reiteradamente a família de candidato", acusou.
Porém, mais tarde, no aeroporto da capital goiana, comentou que o tom de Dilma era uma das hipóteses que o PSDB esperava. "Ela foi treinada para dar declarações durante o debate", disse. Contudo, ele contestou que a candidata tenha pautado o encontro. "Eu teria feito um debate mais dentro de propostas, mas a gente está aí para o que vier".
Serra ainda comentou sobre a insistência de Dilma em falar sobre as privatizações realizadas pelos governos tucanos. Segundo ele, o PT trouxe o tema porque é um momento eleitoral. "Eles são o partido mais privatizante do País".
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4729669-EI15315,00-Nao+sei+quem+e+Paulo+Preto+e+um+factoide+diz+Serra+em+GO.html
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Comentarios Politicos: Eleições 2010 - Manifesto do Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil
Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil – 1822/2022
Eleições 2010 - Manifesto
A Equipe do Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil – 1822/2022 tendo em vista a realização do 2º. turno das eleições presidenciais no Brasil, sente-se no dever de tomar uma posição em relação aos projetos político-sociais em confronto neste momento e apoiar a eleição da candidata Dilma Rousseff para Presidente da República.
Esta nossa decisão, amadurecida nas discussões internas do Projeto, baseia-se no fato de sabermos que mais do que duas candidaturas, estão em confronto pelo menos dois projetos político-culturais diferentes para o Brasil. Acreditamos que a candidatura de Dilma Rousseff representa a continuidade de um projeto que, depois de mais de cinco(05) séculos, vem possibilitando, efetivamente, a inclusão sócio-econômica de milhões de brasileiros e brasileiras.
A Equipe do Projeto bem sabe que várias das ações e das políticas do governo liderado por Lula da Silva, cuja continuidade Dilma Rousseff representa, são passíveis de críticas as mais diversas. Em várias de nossas ações, sobretudo nos Seminários Anuais e no Programa Rádio que mantemos, nós as fazemos publicamente.
No entanto, estas críticas não nos impedem de perceber os enormes avanços deste governo em direção a políticas sociais de efetiva inclusão dos setores populares e nem nos impedem de vislumbrar que uma eventual vitória de José Serra significaria um retrocesso nestas políticas, a exemplo do que foi o governo de Fernando Henrique Cardoso.
Por isso, no que se refere especificamente à nossa área de atuação, a educação, é com tranqüilidade que assumimos como nossas as palavras dos Reitores das Universidades Federais em recente Manifesto de à Nação Brasileira, quando eles afirmam que:
“Da pré-escola ao pós-doutoramento - ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional - consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.
Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num cl aro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.
Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas In stituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.
Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.
Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.” (EDUCAÇÃO - O BRASIL NO RUMO CERTO - Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira – out./2010.)
Por todos estes motivos e pelo fato de nosso projeto ter, no centro de suas preocupações, a busca de articulação dos projetos educacionais com os projetos de nação para o Brasil, não poderíamos nos omitir neste momento. Para nós, um dos poucos projetos de efetivo desenvolvimento social, econômico, cultura e educacional colocados em prática no Brasil corre o risco de se ver derrotado justamente por aqueles grupos que, ao longo de nossa história, mobilizando os argumentos mais falaciosos, tudo fizeram para aqui construir uma sociedade injusta, antidemocrática e desigual.
Contra isto nos mobilizamos; a favor da eleição de Dilma Rousseff nos MANIFESTAMOS
Belo Horizonte, outubro de 2010.
Prof. Luciano Mendes de Faria Filho
Faculdade de Educação - UFMG
Prof. Tarcísio Mauro Vago
Escola de Educação Física da UFMG
Coordenadores, em nome de toda a Equipe do Projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil.
(Pode ser reencaminhado)
www.fae.ufmg.br/pensareducacao
Eleições 2010 - Manifesto
A Equipe do Projeto Pensar a Educação Pensar o Brasil – 1822/2022 tendo em vista a realização do 2º. turno das eleições presidenciais no Brasil, sente-se no dever de tomar uma posição em relação aos projetos político-sociais em confronto neste momento e apoiar a eleição da candidata Dilma Rousseff para Presidente da República.
Esta nossa decisão, amadurecida nas discussões internas do Projeto, baseia-se no fato de sabermos que mais do que duas candidaturas, estão em confronto pelo menos dois projetos político-culturais diferentes para o Brasil. Acreditamos que a candidatura de Dilma Rousseff representa a continuidade de um projeto que, depois de mais de cinco(05) séculos, vem possibilitando, efetivamente, a inclusão sócio-econômica de milhões de brasileiros e brasileiras.
A Equipe do Projeto bem sabe que várias das ações e das políticas do governo liderado por Lula da Silva, cuja continuidade Dilma Rousseff representa, são passíveis de críticas as mais diversas. Em várias de nossas ações, sobretudo nos Seminários Anuais e no Programa Rádio que mantemos, nós as fazemos publicamente.
No entanto, estas críticas não nos impedem de perceber os enormes avanços deste governo em direção a políticas sociais de efetiva inclusão dos setores populares e nem nos impedem de vislumbrar que uma eventual vitória de José Serra significaria um retrocesso nestas políticas, a exemplo do que foi o governo de Fernando Henrique Cardoso.
Por isso, no que se refere especificamente à nossa área de atuação, a educação, é com tranqüilidade que assumimos como nossas as palavras dos Reitores das Universidades Federais em recente Manifesto de à Nação Brasileira, quando eles afirmam que:
“Da pré-escola ao pós-doutoramento - ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional - consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.
Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num cl aro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.
Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas In stituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.
Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.
Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.” (EDUCAÇÃO - O BRASIL NO RUMO CERTO - Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira – out./2010.)
Por todos estes motivos e pelo fato de nosso projeto ter, no centro de suas preocupações, a busca de articulação dos projetos educacionais com os projetos de nação para o Brasil, não poderíamos nos omitir neste momento. Para nós, um dos poucos projetos de efetivo desenvolvimento social, econômico, cultura e educacional colocados em prática no Brasil corre o risco de se ver derrotado justamente por aqueles grupos que, ao longo de nossa história, mobilizando os argumentos mais falaciosos, tudo fizeram para aqui construir uma sociedade injusta, antidemocrática e desigual.
Contra isto nos mobilizamos; a favor da eleição de Dilma Rousseff nos MANIFESTAMOS
Belo Horizonte, outubro de 2010.
Prof. Luciano Mendes de Faria Filho
Faculdade de Educação - UFMG
Prof. Tarcísio Mauro Vago
Escola de Educação Física da UFMG
Coordenadores, em nome de toda a Equipe do Projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil.
(Pode ser reencaminhado)
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Comentários Políticos
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Desculpem, meus amigos, mas vou votar no Serra.
Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou e qualquer um agora se mete a comprar carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos sem berço na universidade. Até índio agora vira médico e advogado. É um desrespeito... Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.
Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.
Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares. Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. "É uma vergonha!", como dizia o Boris Casoy. Com o Serra, os congestionamentos vão acabar, porque como em S. Paulo, ele vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e vai cobrar caro.
Desculpem, mas voto no Serra.... O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega, tem Orkut... Vergonha, vergonha, vergonha...
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles? Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim...
Cansei desse negócio de estabilidade econômica, tudo financiado em dezenas de vezes, com prestações fixas. Já nem posso mais me gabar da minha nova TV em Full HD, porque até na periferia isto já chegou...
Não suporto mais essa história de viajar - é sempre aeroporto lotado, parece que qualquer um agora só quer andar de avião. E a classe e o charme da viagem perdeu definitivamente o lugar para os voos lotados onde até mesmo quem nem conseguia andar de ônibus viaja de avião!!! Vamos votar no Serra para ele privatizar a Infraero e acabar com essa farra.
Também cansei dessa coisa de biodiesel, petróleo do pré-sal, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou "empreendedor" no Nordeste. Pode? Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha, Estadão, etc.). A coitada da "Veja" passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.
A culpa de tudo isto é desse tal de PT que criou, assim sem mais nem menos mais de 15.000.000 de postos de trabalho. E como fica o nosso "exército de reserva" de mão-de-obra? Lá em casa já temos até dificuldade de contratar empregada doméstica, pagando menos de um salário mínimo por mês.
E o que é pior de tudo são essas operações da Polícia Federal. Todo dia temos notícias de pessoas ilustres, acima de qualquer suspeita, que são levadas presas apenas porque mandaram algum dinheiro para os pobres da ilha de Jersey. Mas com o Serra, cujos amigos praticam esse tipo de caridade, isto vai voltar ao normal.
Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Vou voltar a ser cliente preferencial do FMI e deixar desta mania besta de não precisar de dinheiro a cada "marolinha" do mercado internacional.
Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido. Quero minha felicidade de volta.
--
José C Caiafa Jr
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos sem berço na universidade. Até índio agora vira médico e advogado. É um desrespeito... Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.
Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.
Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares. Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. "É uma vergonha!", como dizia o Boris Casoy. Com o Serra, os congestionamentos vão acabar, porque como em S. Paulo, ele vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e vai cobrar caro.
Desculpem, mas voto no Serra.... O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega, tem Orkut... Vergonha, vergonha, vergonha...
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles? Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim...
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Não suporto mais essa história de viajar - é sempre aeroporto lotado, parece que qualquer um agora só quer andar de avião. E a classe e o charme da viagem perdeu definitivamente o lugar para os voos lotados onde até mesmo quem nem conseguia andar de ônibus viaja de avião!!! Vamos votar no Serra para ele privatizar a Infraero e acabar com essa farra.
Também cansei dessa coisa de biodiesel, petróleo do pré-sal, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou "empreendedor" no Nordeste. Pode? Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha, Estadão, etc.). A coitada da "Veja" passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.
A culpa de tudo isto é desse tal de PT que criou, assim sem mais nem menos mais de 15.000.000 de postos de trabalho. E como fica o nosso "exército de reserva" de mão-de-obra? Lá em casa já temos até dificuldade de contratar empregada doméstica, pagando menos de um salário mínimo por mês.
E o que é pior de tudo são essas operações da Polícia Federal. Todo dia temos notícias de pessoas ilustres, acima de qualquer suspeita, que são levadas presas apenas porque mandaram algum dinheiro para os pobres da ilha de Jersey. Mas com o Serra, cujos amigos praticam esse tipo de caridade, isto vai voltar ao normal.
Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Vou voltar a ser cliente preferencial do FMI e deixar desta mania besta de não precisar de dinheiro a cada "marolinha" do mercado internacional.
Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido. Quero minha felicidade de volta.
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José C Caiafa Jr
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